sexta-feira, 15 de maio de 2026

FLÁVIO BOLSONARO NO CENTRO DA TEMPESTADE E MÁRIO FRIAS ADMITE PEDIDOS A VORCARO, MAS TENTA DESCOLAR FILME DE R$ 134 MILHÕES DO ESCÂNDALO

O deputado federal Mario Frias entrou de vez no olho do furacão político ao tentar conter os estragos provocados pela revelação de que o senador Flávio Bolsonaro solicitou recursos milionários ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, produção inspirada na trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em publicação nas redes sociais nesta quarta-feira (13), Frias afirmou que o longa não utilizou dinheiro do empresário, embora tenha confirmado a existência de negociações privadas envolvendo o filho do ex-presidente.

A declaração surgiu após reportagem do Intercept Brasil revelar que ao menos R$ 61 milhões teriam sido pagos entre fevereiro e maio de 2025 em seis operações distintas relacionadas ao projeto cinematográfico. Segundo a publicação, o montante negociado poderia alcançar impressionantes R$ 134 milhões, embora não haja comprovação de que toda a cifra tenha sido efetivamente transferida.

O caso caiu como uma bomba no cenário político nacional porque expõe um enredo explosivo que mistura cinema, poder, influência política, banqueiros e o sobrenome Bolsonaro. A tentativa de transformar Jair Bolsonaro em personagem de uma megaprodução internacional, estrelada pelo ator Jim Caviezel — conhecido mundialmente por interpretar Jesus Cristo no filme “A Paixão de Cristo” — ganhou contornos ainda mais delicados diante do volume financeiro envolvido e das conexões reveladas.

Na publicação, Mario Frias buscou afastar qualquer suspeita de irregularidade e insistiu que tudo ocorreu no âmbito privado. Segundo ele, “não houve um único real de dinheiro público envolvido” e, à época das negociações, Daniel Vorcaro e o Banco Master não eram alvo das suspeitas que hoje cercam o empresário.

Mas o discurso defensivo não conseguiu apagar o desgaste político. Pelo contrário. Nos bastidores de Brasília, a revelação ampliou questionamentos sobre a proximidade entre setores financeiros e o núcleo bolsonarista, especialmente em um momento em que Flávio Bolsonaro tenta consolidar espaço como possível presidenciável da direita em 2026.

Mario Frias também procurou minimizar o papel de Flávio no projeto cinematográfico. De acordo com o parlamentar, o senador não participou diretamente da produção do filme. Sua atuação teria se limitado à cessão dos direitos de imagem da família Bolsonaro e ao uso do peso político e simbólico do sobrenome para atrair investidores interessados em bancar a obra.

A justificativa, porém, abriu ainda mais espaço para críticas. Isso porque opositores enxergam justamente nesse “peso do sobrenome” o centro da controvérsia. A avaliação nos bastidores é de que o caso escancara como a influência política pode funcionar como moeda de alto valor em negociações privadas envolvendo cifras milionárias.

O episódio ganha dimensão ainda maior porque ocorre em meio a uma sequência de crises envolvendo aliados do ex-presidente. A oposição já explora o assunto como símbolo de uma suposta tentativa de transformar Bolsonaro em produto midiático financiado por grandes grupos econômicos. Enquanto isso, integrantes da base bolsonarista tentam reagir sustentando a tese de perseguição política e classificando o vazamento das informações como estratégia para desgastar Flávio Bolsonaro.

Nos corredores do Congresso Nacional, o comentário dominante é que o caso atingiu em cheio a narrativa moralista frequentemente usada pelo bolsonarismo contra adversários políticos. Afinal, o impacto público de negociações envolvendo até R$ 134 milhões para um filme sobre Jair Bolsonaro inevitavelmente produz desgaste, sobretudo em um país marcado por desigualdade social e sucessivas crises econômicas.

A dimensão cinematográfica da história também chama atenção. O projeto Dark Horse vinha sendo tratado nos bastidores conservadores como uma superprodução destinada a internacionalizar a imagem de Bolsonaro, apresentando o ex-presidente como figura perseguida politicamente e símbolo global da direita. Agora, porém, o roteiro político parece ter ultrapassado a ficção.

Enquanto Mario Frias tenta apagar o incêndio com declarações públicas, o caso segue alimentando uma avalanche de especulações, pressões políticas e questionamentos sobre a origem, a finalidade e a influência por trás dos recursos milionários ligados ao projeto. Em Brasília, muita gente resume a situação de forma cruel: o filme que tentava construir um herói acabou produzindo um terremoto político antes mesmo de chegar às telas.

GOVERNO DE PERNAMBUCO ENCERRA ETAPA DAS OFICINAS PARA A CONSTRUÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ADAPTAÇÃO E RESILIÊNCIA CLIMÁTICA DE PERNAMBUCO

Foram realizados 12 encontros, distribuídos nas regiões do Estado, para ouvir as particularidades e propor medidas de adaptação específicas, refletindo na diversidade socioambiental de Pernambuco

O Governo de Pernambuco deu mais um passo para construir de forma participativa a redução dos impactos e os danos causados pelas mudanças do clima. Nesta quinta-feira (14), a população da Região Metropolitana do Recife participou da última oficina para a construção do Plano Estadual de Adaptação e Resiliência Climática (PEAR-PE), em Jaboatão dos Guararapes. Ao todo, foram promovidos 12 encontros em todas as Regiões de Desenvolvimento do Estado, integrando a ciência, saberes territoriais e informações socioambientais.

O início do plano, anunciado em 2025 durante a abertura da 19ª Conferência Internacional sobre Adaptação Comunitária às Mudanças Climáticas, é considerado um marco nas políticas públicas ambientais de Pernambuco e do governo Raquel Lyra. Em uma parceria técnico-científica entre a Secretaria de Meio Ambiente, Sustentabilidade e de Fernando de Noronha e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o processo de elaboração do PEAR-PE contou com a participação da sociedade civil, setor produtivo, governos municipais, órgãos estaduais e federais, e povos e comunidades tradicionais.

Em cada oficina, foram discutidos cinco setores prioritários: Segurança Hídrica, Agropecuária e Segurança Alimentar, Saúde Humana, Biodiversidade e Ecossistemas, e Cidades e Infraestrutura. Em cada temática, os participantes identificaram vulnerabilidades climáticas no território, discutiram sobre medidas de adaptação específicas para as necessidades de cada região, refletindo na diversidade socioambiental de Pernambuco. Posteriormente, as informações das 12 oficinas serão incorporadas em um documento final.

A secretária Executiva de Meio Ambiente, Helena Saboya, destacou que o PEAR-PE é mais um instrumento para o Estado no enfrentamento às mudanças climáticas. “As oficinas têm o objetivo de escutar as necessidades de cada território e construir o plano de forma coletiva para atender às diversas necessidades de enfrentamento às mudanças climáticas. Foram 12 encontros em que diversas representações da sociedade civil puderam contribuir para que esse plano seja construído de forma participativa”, afirmou.

O secretário municipal de Desenvolvimento Urbano e Ambiental do Jaboatão, Francisco Papaleo, ressaltou que a discussão de mudanças climáticas é também debater sobre desenvolvimento urbano, qualidade de vida e responsabilidade coletiva.  A secretária Executiva de Meio Ambiente do Jaboatão, Paula Menezes,  enfatizou que a ideia é integrar as políticas municipais, estaduais e federais para fortalecer as ações de prevenção e adaptação no município.

As 12 Regiões de Desenvolvimento foram: Mata Sul (Palmares), Agreste Setentrional (Surubim), Sertão do Moxotó (Arcoverde), Agreste Meridional (Garanhuns), Sertão de Itaparica (Petrolândia), Mata Norte (Carpina), Sertão do Araripe (Ouricuri), Sertão do São Francisco (Petrolina), Agreste Central (Caruaru), Sertão Central (Salgueiro), Sertão do Pajeú (Serra Talhada) e Região Metropolitana (Jaboatão dos Guararapes).

GOVERNO DE PERNAMBUCO ENCERRA ETAPA DAS OFICINAS PARA A CONSTRUÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ADAPTAÇÃO E RESILIÊNCIA CLIMÁTICA DE PERNAMBUCO

Foram realizados 12 encontros, distribuídos nas regiões do Estado, para ouvir as particularidades e propor medidas de adaptação específicas, refletindo na diversidade socioambiental de Pernambuco

O Governo de Pernambuco deu mais um passo para construir de forma participativa a redução dos impactos e os danos causados pelas mudanças do clima. Nesta quinta-feira (14), a população da Região Metropolitana do Recife participou da última oficina para a construção do Plano Estadual de Adaptação e Resiliência Climática (PEAR-PE), em Jaboatão dos Guararapes. Ao todo, foram promovidos 12 encontros em todas as Regiões de Desenvolvimento do Estado, integrando a ciência, saberes territoriais e informações socioambientais.

O início do plano, anunciado em 2025 durante a abertura da 19ª Conferência Internacional sobre Adaptação Comunitária às Mudanças Climáticas, é considerado um marco nas políticas públicas ambientais de Pernambuco e do governo Raquel Lyra. Em uma parceria técnico-científica entre a Secretaria de Meio Ambiente, Sustentabilidade e de Fernando de Noronha e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o processo de elaboração do PEAR-PE contou com a participação da sociedade civil, setor produtivo, governos municipais, órgãos estaduais e federais, e povos e comunidades tradicionais.

Em cada oficina, foram discutidos cinco setores prioritários: Segurança Hídrica, Agropecuária e Segurança Alimentar, Saúde Humana, Biodiversidade e Ecossistemas, e Cidades e Infraestrutura. Em cada temática, os participantes identificaram vulnerabilidades climáticas no território, discutiram sobre medidas de adaptação específicas para as necessidades de cada região, refletindo na diversidade socioambiental de Pernambuco. Posteriormente, as informações das 12 oficinas serão incorporadas em um documento final.

A secretária Executiva de Meio Ambiente, Helena Saboya, destacou que o PEAR-PE é mais um instrumento para o Estado no enfrentamento às mudanças climáticas. “As oficinas têm o objetivo de escutar as necessidades de cada território e construir o plano de forma coletiva para atender às diversas necessidades de enfrentamento às mudanças climáticas. Foram 12 encontros em que diversas representações da sociedade civil puderam contribuir para que esse plano seja construído de forma participativa”, afirmou.

O secretário municipal de Desenvolvimento Urbano e Ambiental do Jaboatão, Francisco Papaleo, ressaltou que a discussão de mudanças climáticas é também debater sobre desenvolvimento urbano, qualidade de vida e responsabilidade coletiva.  A secretária Executiva de Meio Ambiente do Jaboatão, Paula Menezes,  enfatizou que a ideia é integrar as políticas municipais, estaduais e federais para fortalecer as ações de prevenção e adaptação no município.

As 12 Regiões de Desenvolvimento foram: Mata Sul (Palmares), Agreste Setentrional (Surubim), Sertão do Moxotó (Arcoverde), Agreste Meridional (Garanhuns), Sertão de Itaparica (Petrolândia), Mata Norte (Carpina), Sertão do Araripe (Ouricuri), Sertão do São Francisco (Petrolina), Agreste Central (Caruaru), Sertão Central (Salgueiro), Sertão do Pajeú (Serra Talhada) e Região Metropolitana (Jaboatão dos Guararapes).

COLUNA POLÍTICA | O ÁUDIO QUE ESFACELOU FLÁVIO | NA LUPA 🔎 | POR EDNEY SOUTO

O ÁUDIO QUE FEZ FLÁVIO BOLSONARO SANGRAR POLITICAMENTE
 VORCARO, OS R$ 61 MILHÕES E A CRISE QUE ABALOU A DIREITA

Existem crises políticas que provocam desgaste passageiro. Outras deixam marcas profundas. Mas há aquelas que atingem diretamente a credibilidade de um projeto político inteiro. O caso envolvendo o senador Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro parece ter entrado exatamente nesse terreno perigoso.

Os áudios divulgados nos últimos dias caíram como uma bomba no ambiente político nacional. Não apenas pelo conteúdo das conversas, mas pelo simbolismo da história. Um senador da República, filho do principal líder da direita brasileira, cobrando milhões de reais de um banqueiro cercado de investigações para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro é o tipo de narrativa que gera impacto imediato na opinião pública.

Na política, percepção vale quase tanto quanto prova. E a imagem construída a partir desse episódio é extremamente pesada.

A CRISE ATINGE O CORAÇÃO DO DISCURSO BOLSONARISTA
O bolsonarismo cresceu nacionalmente defendendo combate à corrupção, enfrentamento ao sistema político tradicional e intolerância contra relações consideradas obscuras entre poder econômico e poder político.

Foi exatamente esse discurso que impulsionou Jair Bolsonaro em 2018.

Por isso o episódio envolvendo Flávio Bolsonaro provoca tamanho estrago. O problema não está apenas no financiamento privado do filme. O centro da crise está na figura de Daniel Vorcaro e em tudo que o nome dele representa hoje no imaginário político e econômico brasileiro.

Quando o eleitor observa um senador ligado diretamente a negociações milionárias com um banqueiro envolvido em denúncias, cria-se uma contradição difícil de explicar para a população.

E contradição é algo que machuca profundamente qualquer projeto presidencial.

O VALOR MILIONÁRIO TRANSFORMOU O CASO EM ESCÂNDALO NACIONAL
O número impressiona. R$ 61 milhões não é uma quantia qualquer. Em um país marcado por desigualdade social, desemprego e dificuldades econômicas, valores dessa dimensão provocam indignação imediata.

A população não enxerga apenas um contrato privado. O cidadão comum enxerga um universo distante da sua realidade, envolvendo poder, influência e cifras milionárias.

Isso aumenta ainda mais o desgaste político.

O filme sobre Jair Bolsonaro, estrelado pelo ator Jim Caviezel, tinha potencial para fortalecer a imagem internacional do ex-presidente e consolidar a narrativa bolsonarista para 2026. Mas acabou se transformando em um problema gigantesco para Flávio Bolsonaro.

Aquilo que deveria funcionar como ferramenta política virou munição para adversários.

O SILÊNCIO DE FLÁVIO PIOROU O DESASTRE

Outro ponto que agravou a crise foi a demora na reação pública do senador.

Em tempos de redes sociais e comunicação instantânea, quem demora a responder perde espaço rapidamente. E foi exatamente isso que aconteceu.

Enquanto adversários dominavam o debate público, Flávio Bolsonaro permaneceu em silêncio. Quando finalmente se manifestou, confirmou as mensagens e alegou que buscava apenas financiamento privado, sem uso de dinheiro público ou Lei Rouanet.

Mas a explicação não conseguiu conter o desgaste.

A principal pergunta continuou sem desaparecer do debate político: por que justamente Daniel Vorcaro?

Essa pergunta virou o centro da crise.

A DIREITA COMEÇA A DEMONSTRAR PREOCUPAÇÃO
Nos bastidores de Brasília, já existe preocupação evidente entre lideranças conservadoras. Parte da direita começa a perceber que o desgaste de Flávio Bolsonaro pode dificultar ainda mais a construção de um nome competitivo para 2026.

Isso reacendeu discussões sobre alternativas dentro do campo conservador, especialmente em torno do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.

Muitos aliados avaliam reservadamente que a direita perdeu tempo demais presa à ideia de sucessão familiar dentro do bolsonarismo, enquanto outros nomes poderiam ter sido trabalhados politicamente com menor rejeição.

Agora o cenário ficou mais complicado.

A IMAGEM QUE FICOU É DEVASTADORA

Talvez esse seja o aspecto mais grave de toda a crise.

A política moderna é movida por imagens simbólicas. E a imagem de um senador negociando milhões com um banqueiro investigado possui enorme potencial destrutivo.

É o tipo de situação que cola facilmente no imaginário popular.

Mesmo que não exista ilegalidade comprovada, o desgaste moral e político já aconteceu. E, em campanhas eleitorais, desgaste moral costuma ser tão perigoso quanto problemas jurídicos.

Flávio Bolsonaro entrou em uma zona de turbulência difícil de controlar.

A CICATRIZ POLÍTICA JÁ EXISTE
Ainda é cedo para afirmar que qualquer candidatura foi destruída definitivamente. A política brasileira é dinâmica e cheia de reviravoltas.

Mas uma coisa parece evidente: os áudios deixaram uma marca profunda na trajetória política de Flávio Bolsonaro.

A oposição ganhou um discurso forte para explorar. A direita passou a demonstrar inquietação nos bastidores. E o eleitor moderado, que já observava o bolsonarismo com desconfiança, ganhou mais um motivo para ampliar a rejeição.

No fim das contas, talvez o problema maior nem sejam os R$ 61 milhões.

O verdadeiro problema é a imagem que ficou diante do país.

quinta-feira, 14 de maio de 2026

PREFEITURA DE ARCOVERDE PROMOVE ADEQUAÇÕES NO PÁTIO FERROVIÁRIO COM FOCO NA PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO

A Prefeitura de Arcoverde, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, informa que recebeu notificação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), por meio do Ofício nº 343/2026, determinando a regularização do plantio de mudas no leito da linha férrea do Pátio Ferroviário do município. A medida tem como base análise técnica do órgão federal, formalizada na Nota Técnica nº 82/2026 e em laudo de fiscalização realizado no local.

De acordo com o IPHAN, responsável pela proteção do patrimônio cultural brasileiro, a presença de mudas, inclusive entre os trilhos, caracteriza intervenção em área protegida sem autorização prévia, em desacordo com a Lei nº 11.483/2007, que regula o patrimônio ferroviário nacional. A recomendação técnica estabelece prazo de 60 dias para a retirada das espécies localizadas no leito da via férrea, além da apresentação de relatório fotográfico comprobatório das ações executadas.
O município esclarece que não foi responsável pela execução do plantio e, após o recebimento da notificação, iniciou diálogo com os envolvidos para a definição dos encaminhamentos necessários ao cumprimento das orientações estabelecidas. As mudas serão realocadas para espaços adequados, onde poderão continuar recebendo os cuidados necessários e contribuir para a preservação ambiental da cidade.

A ação será conduzida por equipe técnica, com retirada cuidadosa das mudas e preservação das raízes, seguida de replantio em áreas previamente definidas. Conforme orientação do IPHAN, a arborização nas áreas periféricas do pátio será mantida, desde que não interfira na estrutura ferroviária, garantindo o equilíbrio entre o cuidado ambiental e a preservação do patrimônio histórico.
Todo o processo será acompanhado com transparência e contará com a participação da sociedade civil organizada, fortalecendo o compromisso coletivo com o uso adequado dos espaços públicos, a proteção do patrimônio cultural e o desenvolvimento responsável do município.

RENATO HAYASHI ASSUME O DETRAN INDICADO PELO PP, NESSA SEXTA, E JÁ TEM PRIORIDADES

O advogado Renato Hayashi assumirá, nesta sexta-feira (15), a presidência do Detran, por indicação do presidente estadual do PP, deputado federal Eduardo da Fonte. Inicialmente, o cargo seria exercido pelo ex-presidente do Ceasa, Bruno Rodrigues (PP), mas ele disse que não poderia ir para o Detran porque coordenará a campanha de da Fonte para o Senado. Apesar de a candidatura não ter sido oficializada, os progressistas consideram como certa.

Em entrevista ao dantasbarreto.com, Renato Hayashi disse que foi diretor de Operações do Detran, até a troca de comando com o afastamento de Eduardo da Fonte da governadora Raquel Lyra (PSD). “Agora estou voltando como presidente”, disse.

Entre as prioridades, Hayashi coloca a implantação da CNH Popular, que já tem R$ 6 milhões garantidos pelo Governo do Estado. O novo presidente disse que o número de beneficiados ainda será calculado.

“Também queremos modernizar os Ciretrans, que estão muito defasados. Vamos valorizar os servidores com um plano de cargos e carreiras e preparar um concurso público para 2027, a fim de recompor os quadros”, contou Renato Hayashi.

BRUNO

Bruno Rodrigues presidia o Ceasa, mas foi exonerado devido à quebra da relação entre Eduardo da Fonte e Raquel Lyra, quando o deputado negociou uma vaga de senador na chapa do pré-candidato a governador João Campos (PSB). Recentemente, o presidente do PP e a governadora reataram a relação e ele voltou a indicar aliados para o Ceasa, Copergás e Detran.

Bruno contou que teve seu nome indicado para o Detran, porém admitiu que seria complicado dividir o tempo com a coordenação da campanha de Eduardo da Fonte ao Senado. Da Fonte se coloca como pré-candidato, no entanto a Federação União Progressista tem outro nome na disputa, que é o presidente do União Brasil. Além desses dois, Raquel Lyra tem como opções para a chapa majoritária o senador Fernando Dueire (PSD) e o deputado federal Túlio Gadêlha (PSD)

PERNAMBUCO É O ESTADO QUE MAIS REDUZIU O DESEMPREGO NO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2026, APONTA IBGE

Seguindo na liderança dos indicadores econômicos entre todos os estados do país, Pernambuco registrou a maior queda no desemprego no primeiro trimestre de 2026, com uma taxa de 9,2% de desocupação. No mesmo período de 2025, o Estado registrou um percentual de desocupação de 11,6%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (14). Este é o melhor resultado do Estado desde 2015.

Segundo o levantamento, 107,3 mil pessoas deixaram a situação de desocupação no primeiro trimestre de 2026, em relação ao mesmo período do ano passado. Ainda no mesmo recorte de tempo, o Estado apresentou crescimento de 31,5 mil pessoas ocupadas e redução de 61,4 mil trabalhadores subocupados por insuficiência de horas.

“Ao longo dos últimos anos, o Governo de Pernambuco realizou um trabalho que fortalece a geração de empregos em várias frentes. As nossas obras em estradas, creches, hospitais, infraestrutura urbana e outros equipamentos geram movimentação no Estado, mas a gestão também tem atuado para atrair empresas e indústrias, com flexibilização tributária e melhorias no ambiente de negócios. Quando os pernambucanos e pernambucanas garantem emprego e renda, também levam dignidade e qualidade de vida para os seus lares", destacou a governadora Raquel Lyra.

O secretário estadual de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional, Fabrício Marques, registrou que os resultados apontados pelo IBGE reforçam indicadores de crescimento de Pernambuco. “Esse resultado está muito em linha com todos os indicadores econômicos que têm sido publicados pelos órgãos oficiais. Pernambuco é o estado brasileiro que mais tem crescido na indústria, é o estado que mais cresce no comércio e o Banco Central o aponta como o estado com maior crescimento econômico do país no início de 2026. Nós vamos ter, certamente, ainda melhores resultados até o final do ano”, disse.

“Mesmo em um trimestre historicamente marcado pelo encerramento de vagas temporárias, Pernambuco apresentou melhora importante nos indicadores do mercado de trabalho na comparação anual”, completou a secretária de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Danielle Jar Souto.

PRISÃO PREVENTIVA DE FLÁVIO BOLSONARO É PEDIDA POR DEPUTADO APÓS ÁUDIO COM PEDIDO DE DINHEIRO AO BANCO MASTER

A divulgação de áudios atribuídos ao senador Flávio Bolsonaro cobrando dinheiro do banqueiro Daniel Vorcaro provocou forte reação. O deputado federal Lindbergh Farias afirmou que irá acionar a Polícia Federal para pedir a prisão preventiva do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Flávio Bolsonaro tem que ser preso imediatamente”, escreveu Lindbergh ao comentar a reportagem divulgada pelo Intercept Brasil, nesta quarta-feira (13). Segundo o parlamentar petista, os documentos e áudios revelados seriam graves o suficiente para justificar uma medida cautelar contra o senador.

Na postagem, Lindbergh afirmou que Flávio teria negociado diretamente com Vorcaro o repasse milionário para financiar o filme “Dark Horse”, produção biográfica sobre Jair Bolsonaro.

O parlamentar também relacionou o caso ao escândalo envolvendo o Banco Master, instituição que entrou em colapso após investigações sobre uma suposta fraude bilionária contra o Fundo Garantidor de Crédito (FGC). “Tudo precisa ser investigado e Flávio solto e candidato pode interferir nas investigações. Preventiva já!”, declarou o deputado.

As mensagens divulgadas apontam que parte dos recursos teria sido transferida entre fevereiro e maio de 2025, em operações financeiras detalhadas em comprovantes bancários e cronogramas obtidos pela reportagem do Intercept. O material também menciona a participação de pessoas próximas à família Bolsonaro nas tratativas.

Durante entrevista coletiva em Brasília, Flávio Bolsonaro negou a autenticidade das informações e classificou os documentos divulgados como “mentirosos”.