sábado, 4 de abril de 2026
EX-CANDIDATO A PREFEITO DE GRAVATÁ, BRUNO SALES SERÁ CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL PELO REPUBLICANOS
DIOGO MORAES MARCA PRESENÇA NA PAIXÃO DE CRISTO AO LADO DE JOÃO CAMPOS
Realizado no município de Brejo da Madre de Deus, o espetáculo é considerado o maior teatro ao ar livre do mundo e reúne, todos os anos, milhares de visitantes, consolidando-se como um dos principais eventos culturais e turísticos de Pernambuco e do país.
Durante a ocasião, Diogo destacou a importância da valorização da cultura pernambucana e do fortalecimento de iniciativas que movimentam a economia local e preservam tradições. “A Paixão de Cristo de Nova Jerusalém é um patrimônio do nosso povo. Um espetáculo grandioso, que emociona e reforça a nossa identidade cultural”, afirmou o parlamentar.
Ao lado de João Campos, Diogo também ressaltou o simbolismo do momento, marcado por reflexão e fé. A agenda marca o início de uma série de compromissos em diversas regiões de Pernambuco, fortalecendo o diálogo com a população e lideranças locais.
FELIPE CARRERAS CONSOLIDA VIRADA POLÍTICA E AMPLIA BASE NO INTERIOR COM APOIOS ESTRATÉGICOS NO AGRESTE MERIDIONAL E NOVOS POLOS DE INFLUÊNCIA
Essa mudança não se limita ao discurso, mas se traduz em uma rede concreta de apoios políticos distribuídos em diversos municípios, envolvendo prefeitos, lideranças de oposição e uma ampla base de vereadores. No Agreste, um dos principais pilares dessa expansão está em Garanhuns, onde o deputado mantém aliança com o prefeito Sivaldo Albino e também com o deputado estadual Cayo Albino, formando um eixo político de grande relevância na região. A dobradinha fortalece não apenas a presença institucional de Carreras, mas também amplia sua capilaridade eleitoral em um dos municípios mais importantes do interior do estado.
Em Lajedo, a parceria com a gestão municipal reforça sua atuação próxima às demandas locais, enquanto em Jupi e Cachoeirinha o deputado mantém alianças que se traduzem em ações concretas e presença frequente. Já em Paranatama, Carreras avança com o apoio do grupo de Luciano Brito e, ao mesmo tempo, mantém diálogo com a oposição, demonstrando habilidade política em cenários plurais.Esse modelo também se repete em Pesqueira, onde sua aproximação com o grupo do delegado Rossine, aliada à interlocução com setores oposicionistas, amplia seu alcance político. Em São Bento do Una, o apoio do prefeito Batite e de uma expressiva base de vereadores garante sustentação sólida, reforçando sua presença no município.
Outras cidades como Bonito, Jucati e Calçado também integram esse mapa de expansão, com atuação institucional e articulação por investimentos. No Sertão do Pajeú, Santa Terezinha e Itapetim registram sua presença política crescente.
Outro avanço importante ocorre em Santa Cruz do Capibaribe, onde Carreras se aproxima do prefeito Helinho, ampliando sua influência em um dos principais polos econômicos do Agreste. A movimentação reforça sua estratégia de ocupar espaços relevantes não apenas no Agreste Meridional, mas também em regiões de grande peso econômico e eleitoral.
Mesmo nas cidades maiores, como Recife, Caruaru e Cabo de Santo Agostinho, o deputado mantém presença ativa, dialogando com diferentes grupos políticos e garantindo espaço em cenários mais competitivos.Além das alianças com prefeitos, um dos diferenciais da estratégia de Carreras é a construção de uma base pulverizada formada por vereadores em diversos municípios pernambucanos. Essa rede amplia sua capilaridade e garante sustentação política em regiões onde, muitas vezes, não há domínio do Executivo local, mas há forte identificação com seu mandato.
A marca dessa nova fase é a presença constante. Felipe Carreras intensificou visitas aos municípios, acompanha obras, participa de agendas institucionais e leva prefeitos e lideranças a Brasília, onde atua diretamente junto a ministérios para garantir recursos e viabilizar projetos. Essa atuação próxima e resolutiva tem consolidado sua imagem como um parlamentar atuante e comprometido com resultados concretos.
Com isso, Carreras redefine seu papel no cenário político pernambucano. De um deputado com atuação predominantemente metropolitana, ele se consolida como uma liderança estadual com forte penetração no interior, especialmente no Agreste Meridional, onde construiu uma base sólida, diversificada e em expansão. O conjunto dessas articulações projeta um cenário competitivo para 2026 e confirma sua ascensão como um dos nomes mais estruturados politicamente no estado.GEOGRAFIA DO PODER NA ALEPE SE CONSOLIDA APÓS JANELA PARTIDÁRIA E REDESENHA FORÇAS POLÍTICAS EM PERNAMBUCO
O dado que mais chama atenção é o equilíbrio numérico entre duas forças de peso: o PSD, legenda da governadora Raquel Lyra, e a federação formada por PT, PV e PCdoB, ambos com oito parlamentares cada. Esse empate, no entanto, não traduz exatamente igualdade de influência, já que o alinhamento com o Palácio do Campo das Princesas tende a pesar nas votações mais estratégicas.
Enquanto isso, a Federação União Progressista desponta como a maior bancada da Alepe, reunindo 12 deputados — sendo 11 do PP e um do União Brasil. Integram o grupo nomes como Kaio Maniçoba, Cleiton Collins, Dannilo Godoy, Gleide Ângelo, Francis Hacker, Joel da Harpa, Adalto Santos, Junior de Tércio, Henrique Filho, Claudiano Martins, Romero Albuquerque e Antonio Coelho, formando um bloco robusto e com forte capilaridade política em diversas regiões do estado.
Já a federação PT/PV/PCdoB reúne cinco parlamentares do PT — João Paulo, Rosa Amorim, Doriel Barros, Dani Portela e João Paulo Costa — e três do PV: Gilmar Junior, João de Nadegi e Joaquim Lira, compondo uma bancada com forte perfil de oposição e atuação em pautas sociais.
O PSD, por sua vez, chega com Antonio Moraes, Socorro Pimentel, Débora Almeida, Izaías Régis, Joãozinho Tenório, Aglaison Victor, Romero Sales Filho e William Brígido, consolidando-se como uma das principais forças governistas na Assembleia.
O PSB mantém sete deputados: Simone Santana, Sileno Guedes, Waldemar Borges, Francismar Pontes, Eriberto Filho, Diogo Moraes e Rodrigo Farias, preservando uma bancada experiente e com tradição no cenário político estadual.
O crescimento do Podemos chama atenção. A sigla passa a contar com Luciano Duque, Gustavo Gouveia, Wanderson Florêncio, Fabrizio Ferraz, Edson Vieira, Jeferson Timóteo e Mário Ricardo, após articulações de última hora que garantiram musculatura política ao partido.
Já o PL permanece com três representantes: Alberto Feitosa, Abimael Santos e Nino de Enoque. O MDB conta com Álvaro Porto e Jarbas Filho, enquanto o Republicanos fica com apenas um nome, Junior Matuto, legenda ligada ao ex-ministro Sílvio Costa Filho. O Novo, por sua vez, passa a ter representação com o deputado Renato Antunes.
As mudanças de última hora foram decisivas para esse desenho final. O Podemos foi diretamente beneficiado com a chegada de Jeferson Timóteo e Mário Ricardo, enquanto o Republicanos sofreu perdas importantes. Já o movimento de Romero Albuquerque, que deixou o PSB para se filiar ao PP poucos dias após ter ingressado na legenda socialista, simboliza o grau de imprevisibilidade e estratégia que marcou essa janela partidária.
Com a nova configuração definida, a Alepe inicia a próxima semana com um cenário político redesenhado, onde cada voto ganha peso e cada articulação pode ser determinante. Mais do que números, o novo quadro revela um ambiente de intensa disputa por espaço, influência e protagonismo no rumo político de Pernambuco.
LULA MIRAVA SILVINHO PARA ARTICULAÇÃO POLÍTICA, MAS PLANO ESBARRA EM DECISÃO DO DEPUTADO
A vaga, que se tornou ainda mais estratégica após a saída de Gleisi Hoffmann da função, segue em aberto e no radar de Luiz Inácio Lula da Silva. Nos corredores do governo, a avaliação é de que o nome de Silvinho reunia atributos raros para o cargo: trânsito entre diferentes partidos, boa interlocução com lideranças do Centrão e, sobretudo, habilidade reconhecida na construção de consensos em momentos de tensão política.
A movimentação, no entanto, não prosperou. Em uma decisão que surpreendeu parte da base governista, Silvio Costa Filho optou por não assumir a missão no coração político do governo e preferiu reassumir seu mandato como deputado federal. A escolha foi interpretada como um gesto de cautela e reposicionamento em um cenário político cada vez mais sensível, sobretudo diante da proximidade do calendário eleitoral, que exige presença constante junto às bases e atenção redobrada às articulações regionais.
Ainda assim, a sinalização feita por Lula não passou despercebida. Ao mirar Silvinho para a SRI, o presidente indicou não apenas confiança pessoal, mas também o reconhecimento de um perfil político que combina juventude, capacidade de diálogo e trânsito amplo — características cada vez mais valorizadas em um governo que busca estabilidade no Congresso. Mesmo fora do cargo, o nome de Silvio segue sendo citado como peça importante no tabuleiro político de Brasília, deixando em aberto a possibilidade de novos convites no futuro próximo.
DUEIRE TROCA MDB PELO PSD, REFORÇA BASE DE RAQUEL LYRA E AUMENTA DISPUTA POR VAGA AO SENADO EM PERNAMBUCO
A decisão foi tomada após uma conversa direta com a governadora, em um momento em que o PSD vem se consolidando como peça central na estratégia eleitoral do grupo governista. Ao ingressar na legenda, Dueire se alinha de forma mais orgânica ao projeto político liderado por Raquel Lyra, fortalecendo o campo governista com um nome que já ocupa o Senado e que busca a renovação do mandato com respaldo municipal expressivo.
O movimento também revela as dificuldades enfrentadas pelo senador dentro do MDB, partido ao qual estava vinculado até então. Mesmo contando com o apoio de mais de uma centena de prefeitos pernambucanos, Dueire viu seu espaço político diminuir após a consolidação da liderança do grupo comandado pelo deputado federal Raul Henry na direção estadual da sigla, setor alinhado ao prefeito do Recife, João Campos. Sem margem para avançar dentro da estrutura partidária, a migração para o PSD surge como alternativa estratégica para manter viável seu projeto de reeleição.
Com a chegada de Dueire, o cenário dentro do PSD se torna mais competitivo. A legenda já conta com a presença do deputado federal Túlio Gadelha, recém-filiado e considerado nome praticamente certo na composição da chapa ao Senado. A segunda vaga, no entanto, passa a ser alvo de uma disputa que envolve, além do próprio Dueire, o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho e o deputado federal Eduardo da Fonte, ampliando a complexidade das articulações políticas no estado.
A indefinição sobre a formação da chapa majoritária reflete a estratégia cautelosa adotada pela governadora, que tem buscado equilibrar forças políticas, ampliar alianças e evitar rupturas prematuras. Nesse contexto, a filiação de Dueire reforça o peso do PSD como eixo de sustentação do projeto governista e amplia o leque de opções à disposição de Raquel Lyra, ao mesmo tempo em que impõe o desafio de acomodar diferentes interesses dentro de uma mesma coalizão.
No Senado, Dueire assumiu a titularidade da vaga após a saída de Jarbas Vasconcelos, de quem era primeiro suplente. Desde então, vem buscando consolidar sua atuação com foco no apoio aos municípios e na articulação com gestores locais, estratégia que agora pretende reforçar sob a nova sigla, apostando na capilaridade política construída ao longo do mandato.
A mudança de partido, portanto, não se resume a uma simples troca de legenda, mas representa um reposicionamento estratégico com impacto direto na configuração da disputa eleitoral em Pernambuco. Ao mesmo tempo em que fortalece o PSD, a entrada de Dueire amplia as incertezas sobre a definição final da chapa ao Senado, mantendo o cenário aberto e em constante movimentação.
NOTA
Comunico minha filiação ao PSD.
Chego ao partido com entusiasmo e disposição para somar a um projeto que olha para o futuro de Pernambuco, com trabalho, equilíbrio e compromisso com as pessoas.
Ao lado da governadora Raquel Lyra, sigo alinhado com esse esforço de reconstrução do estado, contribuindo para que Pernambuco avance, com mais desenvolvimento e mais oportunidades para todos, do litoral ao sertão.
Permaneço no Senado Federal com o mesmo compromisso de sempre: trabalhar pelos municípios, ajudar as gestões locais e melhorar a vida de quem mais precisa. Sigo motivado para continuar esse trabalho e buscar a renovação do mandato, dentro desse projeto coletivo liderado pela governadora, com presença e resultados em todas as regiões de Pernambuco.
O trabalho continua.
Fernando Dueire
Senador da República / PE
TADEU ALENCAR CHEGA AO PRIMEIRO ESCALÃO E ASSUME MINISTÉRIO EM MOVIMENTO QUE REDESENHA O TABULEIRO POLÍTICO NACIONAL
Até então ocupando a função de secretário-executivo da pasta, Tadeu vinha atuando como braço direito do então ministro Márcio França, de quem herdou não apenas a confiança, mas também a missão de dar continuidade a políticas voltadas ao fortalecimento dos pequenos negócios no país. Sua ascensão ao posto principal é vista dentro do governo como uma transição natural, respaldada pela experiência administrativa e pela capacidade de articulação política construída ao longo dos anos.
A saída de França do ministério, por sua vez, não representa um afastamento da cena política, mas sim uma movimentação estratégica com vistas às eleições deste ano. O ex-ministro deve integrar a chapa encabeçada por Fernando Haddad na disputa por uma vaga no Senado em São Paulo, ampliando o campo de alianças e consolidando um palanque robusto no maior colégio eleitoral do país.
Nos bastidores, a confirmação de Tadeu no ministério também sepulta as projeções que o colocavam como possível peça-chave na disputa eleitoral em Pernambuco, especialmente na condição de eventual suplente da pré-candidata ao Senado Marília Arraes. O cenário chegou a ganhar força entre aliados, que viam na composição uma estratégia de fortalecimento político regional, mas acabou perdendo espaço diante da consolidação de seu nome dentro do governo federal.
Com a nova função, Tadeu Alencar assume a responsabilidade de conduzir uma das áreas consideradas vitais para a economia brasileira, especialmente em um momento de retomada e incentivo ao empreendedorismo. O ministério tem papel central na formulação de políticas públicas voltadas aos microempreendedores individuais (MEIs), pequenas empresas e iniciativas de geração de renda, setores que representam uma parcela significativa da atividade econômica e do emprego no país.
A expectativa dentro do Palácio do Planalto é de que sua gestão mantenha o ritmo de programas já iniciados, ao mesmo tempo em que amplie o alcance de políticas de crédito, desburocratização e apoio técnico aos pequenos negócios. Além disso, sua habilidade política deve ser fundamental para fortalecer o diálogo com o Congresso Nacional, especialmente em pautas que envolvem incentivos fiscais e reformas estruturais.
A chegada de Tadeu ao primeiro escalão também reforça o espaço de quadros nordestinos em posições estratégicas no governo, evidenciando uma tentativa de equilíbrio regional dentro da administração federal. Para aliados, sua nomeação simboliza não apenas reconhecimento, mas também uma aposta na capacidade de gestão e articulação em um setor que exige sensibilidade social e eficiência administrativa.
Com a mudança, o governo busca garantir continuidade e estabilidade em uma área considerada essencial para a geração de oportunidades, enquanto, no campo político, o movimento evidencia como a engrenagem eleitoral já começa a influenciar decisões administrativas de alto nível, antecipando o clima de disputa que deve marcar os próximos meses no país.