sábado, 8 de agosto de 2026
SELETIVA DEFINE 25 ATLETAS PARA INTEGRAR EQUIPE SUB-13 DO DECISÃO GOIANA
DEBANDADA GERAL: CINCO PREFEITOS E LIDERANÇAS DE 17 MUNICÍPIOS ROMPEM APOIO A MARÍLIA ARRAES
Entre os prefeitos que deixaram de apoiar Marília estão Josafá Almeida (PRD), de São Caetano; Sandra Paes (Republicanos), de Canhotinho; Erivaldo Chagas (Republicanos), de Lajedo; Duda Lira (PSDB), de Cupira; e César Freitas (PCdoB), de Sanharó. Os gestores acompanham a decisão política liderada pelo presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Álvaro Porto (MDB), e pelo candidato a deputado federal Gabriel Porto (PSB).
Segundo o grupo, a decisão foi tomada após os acontecimentos recentes e diante do que classificam como descumprimento de compromissos políticos anteriormente assumidos. O rompimento, portanto, não aparece como um movimento isolado, mas como parte de uma reação mais ampla dentro de grupos políticos que vinham participando da construção eleitoral em torno da candidatura de Marília.
A debandada também alcança lideranças de importantes colégios eleitorais do Estado. Em Olinda, o presidente da Câmara Municipal, Saulo Holanda (MDB), aderiu ao movimento. Em Quipapá, o vice-prefeito João Batista (PSB) e os vereadores Ronaldo Fenômeno (PSB), Rodrigo Correia (Republicanos) e Sandro da Vila (PT) também retiraram o apoio.
Em Catende, a movimentação ganhou ainda mais força com a adesão do vice-prefeito Rinaldo Barros (PV) e dos vereadores Jorge da Internet (União), Marcílio da Saúde (PSDB), César Barros (PV), Jonas Alves (PSDB), Fernando Enfermeiro (Podemos), Boréu (PV) e Monalisa Carvalho (União).
Em Caruaru, um dos principais polos políticos do Agreste, o grupo liderado pelo ex-deputado e ex-prefeito Tony Gel e por Tonynho também decidiu abandonar o apoio à candidatura de Marília. Em Água Preta, os vereadores Lu do Una City (PSDB) e Bella de Nikollas (PRD) seguiram o mesmo caminho.
A movimentação chega ainda a Capoeiras, onde os ex-prefeitos Neide Reino e Neném aderiram à decisão. Em Palmares, o grupo liderado por Dgerson Melo e Bernardo Filho também passou a integrar o movimento de retirada de apoio.
No Sertão, o vereador Duda Mulato (Avante), de Exu, anunciou a saída do grupo de apoio. Em Lagoa de Itaenga, os vereadores Clécia do Moinho e Clécio do Moinho, ambos do PSB, além do ex-candidato a prefeito Maninho, também aderiram à decisão. Já em Sertânia, o vereador Niltinho (União) retirou seu apoio.
A lista segue com o empresário Boró e o vereador Neto Morais (Solidariedade), de Lagoa dos Gatos; o vereador Fabiano Paz (PSB), de Paulista; e lideranças de Panelas, onde o ex-vice-prefeito Genilson Lucena, os vereadores Joelmo do Alfaiate (PSDB) e Zé Júlio (MDB), além dos ex-vereadores Mica e Ezequias, também passaram a integrar o movimento.
O episódio representa uma perda política relevante para Marília Arraes justamente em um momento de intensa movimentação na disputa pelo Senado. Mais do que a saída de nomes isolados, o que chama atenção é a quantidade de lideranças e municípios envolvidos em uma decisão coordenada, revelando que o descontentamento ganhou capilaridade e ultrapassou os limites de um único grupo político.
Os responsáveis pelo movimento afirmam que a decisão está baseada em uma avaliação conjunta e sustentam que futuras construções políticas precisam ser estabelecidas sobre confiança, lealdade, diálogo e cumprimento dos compromissos assumidos.
Apesar do rompimento com a candidatura de Marília ao Senado, o grupo fez questão de separar as duas disputas. A decisão não altera o apoio ao projeto do candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB). Prefeitos, Álvaro Porto, Gabriel Porto e as demais lideranças afirmam que permanecem unidos em torno da candidatura do ex-prefeito do Recife.
Na prática, a movimentação abre mais um capítulo na já movimentada disputa pelas duas cadeiras de Pernambuco no Senado em 2026. E, quando prefeitos, vereadores, ex-prefeitos e lideranças de várias regiões deixam um palanque ao mesmo tempo, o recado político costuma ser maior do que a simples troca de apoio: é sinal de que a disputa pelo voto e pela formação dos grupos eleitorais entrou definitivamente em uma fase de rearrumação.
ZECA CAVALCANTI FAZ BALANÇO DA GESTÃO, DESTACA INVESTIMENTOS E APONTA PLANEJAMENTO PARA O FUTURO DE ARCOVERDE
Durante a conversa, Zeca destacou que a estratégia da gestão passa pela combinação entre obras de impacto imediato, investimentos estruturantes e articulação política para garantir novos recursos para o município.
Entre os assuntos abordados, o prefeito ressaltou a realização do Pernambuco Meu País, que movimenta Arcoverde com uma programação cultural e turística capaz de gerar, segundo a expectativa apresentada pela gestão, mais de R$ 20 milhões em movimentação econômica. Para Zeca, o evento reforça o papel do município como um dos principais destinos culturais do Sertão pernambucano.
Na educação, um dos principais anúncios apresentados foi o avanço do Educa Arcoverde, programa que reúne mais de R$ 15 milhões em investimentos na requalificação de 25 escolas. O prefeito também destacou a retomada das obras da creche do Jardim Petrópolis e da escola de Caraíbas, além da entrega da Escola Gumercindo Cavalcanti.
Outro momento destacado será no próximo dia 11 de agosto, Dia do Estudante, quando a Prefeitura realizará a entrega dos fardamentos para aproximadamente 7.500 estudantes da rede municipal.
Na infraestrutura, Zeca colocou o Pavimenta Arcoverde entre as principais frentes de trabalho da administração. O programa reúne mais de R$ 24 milhões em investimentos e prevê intervenções em mais de 100 ruas do município.
A agenda de obras também inclui a retomada da Praça da Juventude, no bairro São Cristóvão. Segundo o prefeito, a ordem de serviço está prevista para o dia 12 de agosto.
A saúde também ganhou espaço durante a entrevista. Zeca destacou a implantação do SAMU em Arcoverde, após mais de uma década de espera, além da chegada de novas ambulâncias, incluindo duas UTIs móveis. O prefeito citou ainda reformas em Unidades Básicas de Saúde e a entrega do Centro Veterinário Municipal.
Na área social, um dos projetos apresentados como destaque foi o Programa Alimenta Arcoverde, iniciativa que chegou a ser apresentada em Brasília, a convite do Governo Federal, como experiência que pode servir de referência para outras cidades.
PARCERIAS
Zeca também fez questão de destacar a importância das articulações políticas para ampliar a capacidade de investimento do município. Durante a entrevista, mencionou a parceria com a governadora Raquel Lyra e o apoio dos deputados Gustavo Gouveia e Marcelo Gouveia na busca por recursos, projetos e investimentos para Arcoverde.
“Ninguém transforma uma cidade sozinho. Temos buscado construir parcerias, dialogar com a governadora, com os deputados e com todas as instituições que possam ajudar Arcoverde. Gustavo Gouveia e Marcelo Gouveia têm sido parceiros importantes nessa caminhada. Cada recurso conquistado representa mais capacidade de investir e acelerar as transformações que a cidade precisa”, afirmou o prefeito.
Ao fazer um balanço das ações, Zeca procurou também apresentar uma visão de longo prazo para o município. A ideia, segundo ele, é evitar que a gestão fique restrita a obras pontuais e construir uma agenda capaz de preparar Arcoverde para os próximos anos.
“Arcoverde tem um potencial enorme. Nosso compromisso é cuidar da cidade no presente e, ao mesmo tempo, pensar no Arcoverde que queremos daqui a 10, 15, 20 anos. É com planejamento, trabalho e parcerias que vamos continuar avançando”, concluiu.
O discurso reforça a tentativa da atual gestão de apresentar as obras, programas e parcerias como partes de um mesmo projeto de desenvolvimento para Arcoverde, com atenção tanto às demandas imediatas da população quanto à construção de uma agenda estruturante para o futuro do município.
Foto: PC Cavalcanti
PREFEITURA DE GARANHUNS - NOTA OFICIAL
MIGUEL COELHO DEFENDE PUNIÇÃO MAIS DURA PARA CONDENADOS POR FEMINICÍDIO E COBRA AVANÇO NA PROTEÇÃO ÀS MULHERES
Miguel Coelho defende punição mais dura para condenados por feminicídio nos 20 anos da Lei Maria da Penha
Por Blog do Edney
No marco dos 20 anos da Lei Maria da Penha, o presidente estadual do União Brasil e candidato a deputado federal, Miguel Coelho, defendeu o endurecimento das punições para homens condenados por feminicídio e a ampliação das medidas de proteção às mulheres.
A manifestação ocorreu nesta sexta-feira (7), data que marca duas décadas da sanção da Lei nº 11.340/2006, criada para combater a violência doméstica e familiar contra a mulher. Em Pernambuco, a data também integra a Semana Estadual de Conscientização sobre a Lei Maria da Penha.
Para Miguel Coelho, a legislação representou um avanço histórico, mas ainda existem desafios que exigem novas medidas para garantir maior proteção às mulheres e responsabilização dos agressores.
“A Lei Maria da Penha foi um marco na proteção das mulheres brasileiras, mas precisamos continuar avançando. O homem condenado por feminicídio precisa cumprir uma pena compatível com a gravidade do crime e também enfrentar consequências após cumprir a condenação”, afirmou.
Na avaliação do dirigente do União Brasil, o combate à violência contra a mulher não deve se limitar à punição após o crime. Para ele, é necessário fortalecer mecanismos de prevenção, proteção e acompanhamento das vítimas, além de ampliar a responsabilidade daqueles que praticam crimes contra mulheres.
A defesa de medidas mais rígidas para condenados por feminicídio coloca o tema da violência contra a mulher novamente no centro do debate político e legislativo. Miguel sustenta que a proteção prevista pela Lei Maria da Penha precisa continuar sendo aperfeiçoada diante da realidade enfrentada por milhares de mulheres brasileiras.
A Lei Maria da Penha se tornou uma das principais ferramentas legais de enfrentamento à violência doméstica no país e, ao completar duas décadas, volta ao centro das discussões sobre segurança, justiça e proteção às mulheres.
NO DIA NACIONAL DA PESSOA COM ATROFIA MUSCULAR ESPINHAL, EDUARDO DA FONTE DESTACA ACESSO A MEDICAMENTO DE MAIS DE R$ 6 MILHÕES
JANJÃO GANHA FORÇA NO PSD E JÁ É APONTADO COMO UMA DAS PRINCIPAIS APOSTAS PARA A ALEPE
O crescimento de Janjão está diretamente ligado à capacidade de articulação construída nos últimos meses. Hoje, o candidato afirma possuir penetração política e formação de grupos em cerca de 105 municípios pernambucanos, ampliando consideravelmente seu raio de atuação para além de sua tradicional base no Agreste.
A movimentação chama atenção porque Janjão decidiu fazer uma aposta alta. Ele renunciou ao cargo de prefeito de Bom Jardim três meses antes do encerramento do mandato para disputar uma cadeira na Alepe. Ao deixar uma posição de comando municipal, assumiu o desafio de construir uma candidatura estadual competitiva e transformar a força política adquirida na prefeitura em votos espalhados por diversas regiões de Pernambuco.
A decisão foi encarada como um movimento ousado, mas demonstra o nível de confiança do candidato em seu projeto político. Janjão não esconde a expectativa de conquistar uma cadeira no Legislativo estadual e passar a representar Pernambuco na Assembleia Legislativa.
Nos bastidores, seu nome já circula com força nas chamadas bolsas de apostas e começa a incomodar candidatos que, até pouco tempo, eram considerados favoritos naturais dentro da disputa. A possibilidade de uma votação expressiva coloca Janjão em uma posição estratégica dentro do PSD e pode fazer dele uma das novidades da próxima composição da Alepe.
A eleição, naturalmente, ainda está em aberto e muita coisa pode acontecer até outubro. Mas uma coisa já começa a ficar evidente: Janjão deixou de ser apenas uma aposta regional. Com grupos espalhados por dezenas de municípios e uma articulação que vem ganhando corpo, o ex-prefeito de Bom Jardim entra definitivamente no radar daqueles que acompanham de perto a corrida pelas cadeiras da Assembleia.
A aposta agora é transformar força política, alianças e presença municipal em uma votação capaz de colocá-lo entre os grandes nomes do PSD. Janjão renunciou à prefeitura mirando um projeto maior e, pelo cenário que começa a se desenhar, sua candidatura promete ser uma das que mais vão mexer com as projeções para a Alepe em outubro.
TSE DIVULGA DECLARAÇÃO DE BENS DOS CANDIDATOS AO GOVERNO DE PERNAMBUCO; JOÃO CAMPOS TEM MAIOR PATRIMÔNIO
Entre os nomes que já aparecem no sistema, o maior patrimônio declarado é o do ex-prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos. O socialista informou possuir R$ 2.892.723,46 em bens e direitos. A maior parte do patrimônio está concentrada em aplicações financeiras. O candidato também declarou R$ 100 mil em quotas ou quinhões de capital e pouco mais de R$ 40 mil relacionados a outros bens e direitos.
O patrimônio declarado por João Campos representa um aumento de aproximadamente R$ 300 mil em relação à declaração apresentada em 2024, quando informou possuir cerca de R$ 2,5 milhões.
Na outra ponta da disputa, a governadora Raquel Lyra (PSD), que busca a reeleição, declarou patrimônio de R$ 359.498,33. Desse total, R$ 289.574 correspondem a um apartamento localizado em Jaboatão dos Guararapes, enquanto R$ 69.923,33 estão relacionados a aplicações financeiras.
Raquel também informou possuir apenas R$ 1,00 em conta corrente. Na comparação com a eleição de 2022, quando declarou patrimônio de R$ 340.576,99, houve uma variação positiva no valor total informado à Justiça Eleitoral.
O ex-vereador do Recife Ivan Moraes (PSOL) declarou patrimônio de R$ 81.452. Segundo os dados registrados no TSE, aproximadamente R$ 80 mil correspondem a um imóvel localizado no Recife, enquanto R$ 1.452 estão declarados como depósito em conta bancária.
Pelo Unidade Popular (UP), a candidata Professora Camila informou patrimônio de R$ 85 mil, correspondente a um apartamento residencial.
Já Guilherme Fonseca (PSTU) declarou possuir R$ 300 mil, valor correspondente a um apartamento residencial.
Os números revelam uma diferença significativa entre os patrimônios apresentados pelos candidatos. João Campos aparece isoladamente na liderança, com patrimônio declarado próximo de R$ 2,9 milhões, enquanto Raquel Lyra registra pouco mais de R$ 359 mil. Os demais candidatos apresentam declarações abaixo de R$ 300 mil.
Vale lembrar que a declaração de bens apresentada à Justiça Eleitoral corresponde ao patrimônio informado oficialmente pelo próprio candidato e não necessariamente representa o valor atualizado de mercado dos imóveis ou de outros ativos. Os dados podem ser consultados publicamente no sistema DivulgaCandContas, mantido pelo Tribunal Superior Eleitoral.
A declaração de bens é uma das informações disponibilizadas pela Justiça Eleitoral para ampliar a transparência do processo eleitoral e permitir que o eleitor conheça melhor o perfil patrimonial dos candidatos.