domingo, 20 de setembro de 2026
FORÇA POPULAR EM GARANHUNS: MORADORES DE BAIRROS E DISTRITOS OCUPAM COMITÊ ‘A VOZ DO AGRESTE’ EM ENCONTRO COM DÉBORA ALMEIDA
AO LADO DE EDUARDO DA FONTE, RAQUEL LYRA DESTACA ATUAÇÃO DO CANDIDATO: “TEM UM TRABALHO LINDO PELA INCLUSÃO, PELA SAÚDE E FARÁ MUITO CO SENADORMO”
NA LUPA: GARANHUNS VIROU A TERRA DOS FESTIVAIS — E O VIVA JESUS DESCOBRIU UM PÚBLICO QUE NÃO É DE BRINCADEIRA
Garanhuns definitivamente virou a terra dos festivais. E quem ainda não percebeu isso está olhando para o calendário da cidade com os olhos fechados.
Tem festival para praticamente todo gosto. Tem música, cultura, tradição, rock, forró, jazz, gastronomia e agora um segmento que, por muito tempo, ficou meio que esperando sua vez: o público religioso.
E o Viva Jesus 2026 mostrou que esse público não veio para fazer figuração.
A primeira noite católica, na sexta-feira (18), levou oração, música e uma multidão para a Praça Mestre Dominguinhos. Padres, ministérios, cantores e nomes conhecidos da música católica transformaram o espaço em um grande encontro de fé.
E aqui está o detalhe que merece ser colocado NA LUPA: existe um público religioso enorme, fiel e participativo que também quer evento, quer estrutura, quer música e quer ocupar os espaços públicos da cidade.
O Viva Jesus percebeu isso.
A noite começou com os padres Leandro e Evandro, do Vicariato Centro, passou por Rômulo Pereira e pelo Ministério Mãe do Perpétuo Socorro, ganhou o tempero nordestino de William Sanfona e terminou com Padre Fábio de Melo.
Ou seja: não foi simplesmente colocar um palco e contratar atrações religiosas.
Foi criada uma programação com identidade.
William Sanfona, inclusive, mostrou que o velho e bom forró também pode ser instrumento de evangelização. O artista levou a música católica para dentro da sonoridade nordestina e resumiu sua visão em uma frase que diz muito sobre a proposta: “Em Jesus você encontra tudo”.
E quando Padre Fábio de Melo entrou no palco, a praça mostrou que o Viva Jesus não está falando para meia dúzia de pessoas.
Está falando para uma parcela importante da população.
No sábado, a receita mudou, mas o endereço permaneceu o mesmo.
The Cross Band colocou o rock cristão na praça. O Grupo Atraídos veio com pagode. Leandro Borges trouxe o gospel e, para fechar, a Oficina G3 colocou o peso do rock cristão no palco.
É aí que mora o pulo do gato.
O Viva Jesus não está tentando ser uma cópia de outro festival de Garanhuns. Está ocupando um espaço diferente.
E espaço ocupado em festival é espaço disputado.
Quem acompanha a movimentação cultural da cidade sabe que festival não é apenas show. Festival movimenta praça, comércio, vendedores, hotéis, restaurantes, transporte, ambulantes e, principalmente, cria uma relação afetiva com determinados públicos.Por isso, quando um evento consegue reunir pessoas em torno de uma identidade específica, ele deixa de ser apenas uma programação no calendário e começa a ganhar vida própria.
O Viva Jesus está fazendo exatamente isso.
E talvez seja justamente aí que esteja o aspecto mais interessante dessa história: Garanhuns está aprendendo a conversar com públicos diferentes sem precisar colocar todo mundo dentro da mesma embalagem.
Quem gosta de jazz tem seu espaço.
Quem gosta de música nordestina tem seu espaço.
Quem gosta de cultura popular tem seu espaço.
Quem gosta de rock tem seu espaço.
E quem vive a fé através da música também quer o seu.
NA LUPA: o calendário de Garanhuns está ficando grande demais para caber em um único festival.
A cidade percebeu que festival gera movimento, cria identidade e coloca Garanhuns novamente no centro das atenções.
Agora tem um detalhe que não pode ser ignorado: o público religioso também quer ser protagonista.
E o Viva Jesus mostrou isso sem precisar gritar.
Bastou abrir as portas.
Neste domingo (20), a programação chega ao fim com Banda Sete Tons, Cristóvão Ruy, Thiago Brado e Padre Alessandro Campos, a partir das 17h.
Mais uma noite de música e fé.
E, pelo andar da carruagem, mais um capítulo da cidade que decidiu assumir de vez o título de terra dos festivais.
No fim das contas, a grande sacada talvez seja simples: Garanhuns não precisa escolher um único público. Pode ter vários. E cada um deles pode ter seu próprio festival.
É o jogo dos festivais.
E Garanhuns parece ter aprendido a jogar.
HÁ 15 DIAS DA ELEIÇÃO, O FOGUETE JANJÃO DISPAROU E NÃO TEM RÉ!
Se alguém ainda tinha dúvida sobre o tamanho que a campanha de Janjão vem tomando, Ribeirão tratou de dar a resposta. Ontem, a Mata Sul entrou no mapa do foguete, numa mobilização que mostrou que a candidatura saiu do Agreste Setentrional, ganhou estrada e chegou à reta final acelerando forte.
Foi Foguete Folia pelas ruas de Ribeirão!
Janjão esteve ao lado do vice-prefeito Militão Filho e dos vereadores Eliseu Militão, Melvin Jones, Fernandinho de Amara Cigana, Leide Ferreira e Marcos da Usina, levando sua campanha para dentro das ruas e mostrando que o projeto para a Assembleia Legislativa já ultrapassou as fronteiras de sua região de origem.
E aqui está o detalhe que chama atenção nos bastidores da política pernambucana:
Janjão não está mais jogando apenas no quintal onde construiu sua trajetória.
O político saiu de Bom Jardim depois de um mandato à frente da Prefeitura e decidiu encarar um desafio muito maior: disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Pernambuco.
Agora, faltando apenas 15 dias para a eleição, o movimento ganhou velocidade.
O foguete saiu do Agreste Setentrional, atravessou novas regiões e ontem pousou com força em Ribeirão, na Mata Sul.
E chegou acompanhado de liderança.
Militão Filho e os vereadores Eliseu Militão, Melvin Jones, Fernandinho de Amara Cigana, Leide Ferreira e Marcos da Usina deram o tom político local da mobilização, colocando Janjão no centro de uma caminhada que levou sua candidatura para outro território.Não foi apenas uma passagem pela cidade. Foi mais uma demonstração de que a campanha está buscando ampliar seu mapa.
E nessa caminhada existe outro detalhe importante: o sincronismo com Juliana de Chaparral.
Os dois deixaram mandatos municipais para encarar uma eleição muito maior. Janjão mira a Assembleia Legislativa, enquanto Juliana disputa uma cadeira na Câmara Federal. A parceria vem atravessando municípios e regiões, com os dois ampliando suas redes políticas e levando para outros pontos de Pernambuco uma força que começou no Agreste.
Janjão acelera para a Alepe. Juliana amplia o voo para Brasília.
É uma construção política que não está ficando parada em uma única região.
Do Agreste Setentrional à Mata Sul, o movimento vem ganhando novas paradas, novas alianças e novos palanques.
E Ribeirão é justamente um desses capítulos.
Ontem, o Foguete Folia mostrou Janjão no meio do povo, caminhando pelas ruas e recebendo o apoio das lideranças locais.
A reta final chegou.
Faltam 15 dias.
Quinze dias para rodar Pernambuco, fortalecer alianças, ocupar as ruas e transformar toda essa movimentação em votos nas urnas.
Enquanto a campanha entra na contagem regressiva, Janjão mantém o pé no acelerador.
Ribeirão foi ontem. A Mata Sul entrou no roteiro. O Agreste continua sendo a base. E o mapa da campanha segue crescendo.
No jogo político, quem pretende disputar uma eleição estadual precisa sair de casa.
E Janjão saiu.
Saiu do Agreste, ganhou estrada, chegou à Mata Sul e vem mostrando que a campanha quer território.
Agora é reta final.
O foguete disparou. Está cruzando Pernambuco. E, pelo ritmo da campanha, não tem ré!
Política na Lupa, olhando o movimento, os bastidores e aquilo que acontece antes da urna abrir.
VICE-PREFEITA DECLARA APOIO A MARÍLIA ARRAES
POLÍTICA NA LUPA
Ipojuca voltou a entrar no radar da política pernambucana. A vice-prefeita Irmã Marinalva (PT) declarou apoio à candidatura de Marília Arraes, numa movimentação que ganha peso justamente pelo tamanho e pela importância estratégica do município no mapa eleitoral de Pernambuco.E quando o assunto é Ipojuca, a política não se resume ao palanque local.
O município tem forte peso econômico, turístico e eleitoral no Litoral Sul e costuma ser observado de perto por quem disputa espaço no Estado. Por isso, qualquer adesão envolvendo uma liderança da cidade pode ter repercussão muito além das fronteiras municipais.
O movimento também coloca no mesmo radar nomes que possuem forte presença na política pernambucana, como Lara Santana, Carlos Verás, Marília Arraes, Humberto Costa, João Campos e o presidente Lula, dentro de um cenário em que alianças, grupos e apoios continuam sendo reorganizados para a disputa estadual.
Natural do distrito de Camela e agente comunitária de saúde, Marinalva construiu sua trajetória política a partir do contato direto com as comunidades de Ipojuca. Eleita vice-prefeita em 2024, sua entrada no grupo de apoio a Marília amplia a presença da candidata em uma região considerada estratégica.
Nos bastidores, o que chama atenção é justamente a possibilidade de transformar uma adesão política em estrutura de campanha. Em eleição majoritária, não basta ter nome no palanque. É preciso ter liderança, presença territorial e capacidade de mobilização.
E Ipojuca tem esse ingrediente.
Com nomes como Lara Santana e Carlos Verás inseridos nesse ambiente político, além das articulações envolvendo Marília Arraes, Humberto Costa, João Campos e Lula, o município passa a ser ainda mais observado no xadrez eleitoral pernambucano.
A política de Ipojuca, portanto, ganha uma nova camada. A movimentação de Marinalva pode representar mais uma peça na disputa por espaço dentro de uma região que tem peso próprio e que dificilmente será ignorada pelas grandes candidaturas.
No fim das contas, eleição estadual é feita de grandes discursos, mas também de pequenas engrenagens municipais. E quando a engrenagem está em Ipojuca, ninguém em Pernambuco finge que não está vendo.
EM NOVO GUIA ELEITORAL DE RÁDIO E TV, RAQUEL LYRA REFORÇA AOS PERNAMBUCANOS: “O MEU SENADOR É EDUARDO DA FONTE”
EM GRANDE CAMINHADA EM SÃO LOURENÇO DA MATA, RAQUEL DEMONSTRA FORÇA PARA CONTINUAR TRANSFORMANDO A REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE
sábado, 19 de setembro de 2026
GRAVE ACIDENTE NA PE-270: MAESTRO ABNER COSTA MORRE APÓS COLISÃO EM ARCOVERDE
Arcoverde amanhecerá neste domingo (20) sob o impacto de uma notícia que entristece o meio cultural e educacional do município. O maestro Abner Costa, conhecido pelo trabalho desenvolvido à frente da banda marcial da Escola de Referência em Ensino Médio de Arcoverde, na Cohab I, morreu após um grave acidente de trânsito registrado na noite deste sábado (19).
A colisão aconteceu na área urbana da PE-270, nas proximidades da Mister M Construções. Abner estava em uma motocicleta quando ocorreu o choque com um carro. Informações iniciais apontam que os veículos trafegavam pela região quando aconteceu a colisão, mas a dinâmica exata do acidente ainda deverá ser esclarecida pelas autoridades.
Com a força do impacto, o maestro ficou gravemente ferido. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital Regional de Arcoverde, mas não resistiu aos ferimentos e morreu após dar entrada na unidade de saúde.
A morte de Abner Costa rapidamente repercutiu entre alunos, professores, músicos e integrantes da comunidade escolar. À frente da banda marcial, o maestro construiu uma trajetória marcada pelo trabalho com a música e pela participação na formação de jovens através da arte.
A notícia deixa uma lacuna especialmente entre aqueles que acompanhavam de perto sua atuação nas apresentações e atividades da escola. Nas redes sociais, manifestações de pesar começaram a surgir diante da confirmação da morte.
As circunstâncias do acidente, incluindo a dinâmica da colisão e as responsabilidades envolvidas, deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.
O Blog do Edney acompanha o caso e trará novas informações assim que houver confirmação oficial.