sábado, 26 de setembro de 2026
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RAQUEL LIDERA ONDA 55 PELAS RUAS DO RECIFE NESTE SÁBADO (26)
FOGUETE FOLIA VAI INCENDIAR BOM JARDIM HOJE E JANJÃO É O NOME QUE PUXA A MULTIDÃO
Ao lado da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), do prefeito Arsênio Medeiros (PSD) e da candidata a deputada federal Juliana de Chaparral (União Brasil), Janjão estará no centro da movimentação que deve reunir lideranças políticas, apoiadores e eleitores de Bom Jardim e de municípios vizinhos.
A concentração está marcada para a Curva de Solon, a partir das 17h55, de onde sairá o arrastão pelas ruas da cidade.
O Foguete Folia já faz parte do calendário político do grupo de Bom Jardim, mas chega nesta edição com uma dimensão ainda maior. A presença de Raquel Lyra e a força política construída por Janjão em diferentes municípios do Agreste colocam o evento no radar dos grandes atos da reta final da campanha.
JANJÃO EM ASCENSÃO
O nome de Janjão vem ganhando força justamente no momento decisivo da disputa. Ex-prefeito de Bom Jardim, professor e atual candidato a deputado estadual, ele transformou sua atuação política em uma articulação regional que ultrapassa os limites do município.
A mobilização deste sábado será mais uma demonstração dessa expansão. Para aliados, o Foguete Folia representa a força de uma liderança que deixou de ser apenas uma referência local e passou a ocupar espaço entre os nomes em ascensão da política do Agreste Setentrional.
Com Raquel Lyra no palanque e uma estrutura política formada por prefeitos, vereadores e lideranças de várias cidades, Bom Jardim promete fazer barulho e colocar o foguete de Janjão para subir ainda mais alto.
A expectativa agora é saber o tamanho da multidão que vai acompanhar o arrastão e transformar as ruas de Bom Jardim em um dos principais cenários políticos deste sábado.
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A OITO DIAS DA URNA, DATATRENDS MOSTRA RAQUEL NA FRENTE E APROVAÇÃO VIRA TRUNFO NA RETA FINAL
Governadora aparece com 46% contra 41% de João Campos e mantém 62% de aprovação. A fotografia da reta final mostra uma disputa apertada, mas também revela um dado que não pode ser ignorado: a maioria dos pernambucanos ouvidos aprova a gestão Raquel Lyra
A oito dias da eleição, a nova pesquisa DataTrends, divulgada neste sábado (26), coloca mais uma vez a governadora Raquel Lyra (PSD) na dianteira da disputa pelo Governo de Pernambuco.
Raquel aparece com 46% das intenções de voto, enquanto João Campos (PSB) registra 41%. A diferença é de cinco pontos percentuais.
Mas o número que talvez mereça mais atenção na reta final não esteja apenas na corrida eleitoral. Está na avaliação do governo.
Raquel chega aos últimos dias da campanha com 62% de aprovação da sua administração. Apenas 25% dizem desaprovar, segundo o levantamento.
E aí está um dos principais elementos da fotografia apresentada pelo DataTrends.
Raquel não está apenas liderando numericamente a disputa. Ela chega à semana decisiva com uma avaliação positiva do governo que alcança quase dois terços dos entrevistados.
É um dado particularmente relevante para uma candidata que tenta a reeleição. O eleitor não está avaliando somente uma promessa de governo para os próximos quatro anos, mas também aquilo que considera ter sido entregue durante o atual mandato.
Claro que aprovação de governo não significa automaticamente intenção de voto. Eleições são decididas por voto, e não por índice de aprovação. Mas seria impossível analisar uma candidatura à reeleição ignorando um indicador de 62% de aprovação.
Outro ponto chama atenção.
Na pesquisa anterior do DataTrends, Raquel aparecia com 46% e João Campos com 38%. Agora, Raquel permanece com os mesmos 46%, enquanto João avança para 41%.
Ou seja: a governadora preserva seu percentual, enquanto o adversário reduz a distância.
A diferença, que era de oito pontos, passou para cinco.
Isso mostra que a eleição chega à última semana em cenário de disputa mais apertada. João cresceu no levantamento, mas Raquel continua ocupando a primeira posição na pesquisa.
Nos votos válidos, a governadora aparece com aproximadamente 52,3%, contra 46,6% de João Campos.
Na pesquisa espontânea, quando o eleitor não recebe a lista de candidatos, Raquel também aparece numericamente à frente: 30% contra 25% de João.
E existe outro dado relevante para entender a força eleitoral das candidaturas. Quando questionados sobre a possibilidade de voto, 45% afirmaram que votariam com certeza em Raquel, enquanto 18% disseram que poderiam votar nela. João aparece com 43% de voto certo e 19% que admitem votar nele.
A rejeição declarada aparece empatada em 34%.
No segundo turno testado pelo instituto, Raquel aparece com 48% contra 43% de João Campos.
O cenário, portanto, é de uma eleição ainda aberta, mas com uma governadora que chega à última semana sustentando uma posição de liderança e apresentando um índice de aprovação que se tornou um dos principais ativos de sua campanha.
A leitura política dos números exige cuidado.
João Campos conseguiu diminuir a diferença e chega aos últimos dias com crescimento em relação ao levantamento anterior. Ao mesmo tempo, Raquel não perdeu o patamar de intenção de voto e continua aparecendo à frente.
É justamente essa combinação que torna os próximos oito dias decisivos.
De um lado, o candidato do PSB tenta transformar o crescimento registrado nas pesquisas em voto efetivo.
Do outro, Raquel aposta na continuidade, na avaliação do governo e na conversão da aprovação administrativa em votos nas urnas.
E existe uma pergunta que começa a ganhar ainda mais peso nesta reta final: dos 62% que dizem aprovar a gestão Raquel Lyra, quantos transformarão essa aprovação em voto para a reeleição?
A pesquisa não responde essa pergunta.
Mas mostra que a governadora chega à semana decisiva com um patrimônio político importante: liderança na intenção de voto e maioria de aprovação da administração.
A urna, como sempre, dará a resposta definitiva.
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