quinta-feira, 24 de setembro de 2026
OBRA DO GOVERNO DE PERNAMBUCO LEVA ÁGUA TRATADA A MAIS DE 10 MIL MORADORES DE JAQUEIRA, NA MATA SUL
ÁLVARO PORTO VÊ DESCASO E FALHAS DO GOVERNO RAQUEL LYRA NO FECHAMENTO DA DELEGACIA DE CANHOTINHO
PALANQUE DO PREFEITO EDÉZIO VIRA ALVO DE CRÍTICAS APÓS DISCURSO DE VEREADOR EM BOM CONSELHO
Relato sobre caminhada eleitoral aponta discurso marcado por ofensas, acusações de embriaguez e presença de arma; episódio aumenta a temperatura política na reta final da eleição
A campanha eleitoral em Bom Conselho entrou em uma fase de temperatura máxima. Um episódio ocorrido durante uma caminhada política do grupo do prefeito Edézio Ferreira passou a repercutir nas redes sociais e provocou críticas à postura adotada no palanque governista.
Segundo relatos que circulam no município, o vereador Gilmar Soldado teria participado do ato apresentando sinais de embriaguez e, durante seu discurso, teria feito uma série de ataques verbais contra adversários políticos, colegas parlamentares, profissionais da comunicação e até pessoas de seu próprio convívio.
O episódio ganhou ainda mais repercussão diante do relato de que o vereador estaria armado durante a caminhada. A informação, por se tratar de uma acusação grave, precisa ser devidamente esclarecida pelas autoridades e pelos próprios envolvidos. O ponto político, entretanto, é que a cena descrita pelos presentes passou a alimentar uma discussão sobre os limites do discurso eleitoral e o comportamento de agentes públicos em eventos de campanha.
De acordo com os relatos, o discurso teria sido carregado de palavras ofensivas e ataques pessoais. A expressão “safado”, segundo testemunhas citadas nas redes sociais, teria sido utilizada repetidamente pelo parlamentar.
E aí está o problema político para o grupo de Edézio: o episódio não aconteceu em um ambiente qualquer. Teria ocorrido justamente em um ato público de campanha, ao lado do prefeito, em um momento em que qualquer gesto dos candidatos, aliados e lideranças pode ganhar enorme repercussão.
O silêncio ou eventual aplauso das lideranças presentes também entrou na conta política do episódio. A pergunta que começou a circular em Bom Conselho é simples: até onde pode ir o discurso de um aliado em cima de um palanque eleitoral?
Gilmar Soldado não é um personagem secundário da política local. Ele foi reeleito vereador em 2024 pelo PV com 1.164 votos, correspondentes a 4,42% dos votos válidos para a Câmara Municipal.
Do outro lado da disputa, o cenário eleitoral também ajuda a explicar a tensão. Edézio venceu a eleição municipal de 2024 por margem apertada: recebeu 13.258 votos, contra 12.545 de Danniel Godoy, uma diferença de apenas 713 votos.
Agora, com a eleição estadual se aproximando, o nome de Dannilo Godoy voltou a ocupar espaço central na política de Bom Conselho. Em maio deste ano, ele assumiu a presidência municipal da Federação União Progressista, reforçando sua articulação política na cidade.
É justamente nesse ambiente de disputa acirrada que qualquer excesso ganha dimensão maior.
A campanha que deveria apresentar propostas, mostrar resultados e conquistar votos corre o risco de ser engolida pela guerra de palavras, pelos ataques pessoais e pela velha política do confronto permanente.
E Bom Conselho já conhece esse filme.
Se o episódio relatado realmente aconteceu da maneira descrita pelas testemunhas, caberá ao próprio vereador explicar publicamente sua conduta. Se houve porte de arma, ameaça ou qualquer outra irregularidade, caberá às autoridades competentes apurar. O eleitor, por sua vez, observa tudo.
Porque, na reta final de uma eleição, o palanque também revela muito mais do que os discursos preparados pelos marqueteiros.
Revela o nível da disputa.
E quando o debate político desce para a ofensa pessoal, a pergunta inevitável começa a aparecer nas ruas: é falta de argumento ou excesso de desespero?
SENADO EM PERNAMBUCO: MARÍLIA AVANÇA, EDUARDO DA FONTE CRESCE E MENDONÇA PERDE TERRENO NA NOVA QUAEST
Marília Arraes segue numericamente na frente e passou de 17% para 18%. Humberto Costa permaneceu nos 14%, enquanto Mendonça Filho caiu de 11% para 10%. Eduardo da Fonte foi de 7% para 8%. Com esse movimento, a distância entre Mendonça e Eduardo, que anteriormente era de quatro pontos, agora caiu para apenas dois.
Esse detalhe chama atenção porque a diferença entre os dois está dentro da margem de erro da pesquisa, que é de três pontos percentuais. Na prática, a fotografia apresentada pela Quaest coloca Mendonça Filho e Eduardo da Fonte em uma faixa de disputa bastante próxima. Não significa que estejam tecnicamente empatados, mas mostra que a diferença numérica é pequena o suficiente para que o cenário possa mudar nas próximas semanas.
E há um fator que torna essa eleição ainda mais imprevisível: Pernambuco elegerá dois senadores. O eleitor não escolherá apenas um nome. Isso cria uma disputa própria, na qual a estratégia de cada candidatura passa também pela capacidade de ocupar o chamado segundo voto do eleitor.
A pesquisa mostra ainda que existe muito voto para ser conquistado. Nada menos que 21% dos entrevistados continuam indecisos. Na rodada anterior da Quaest, esse percentual era de 27%. Houve, portanto, uma redução de seis pontos, indicando que parte do eleitorado começa a definir suas escolhas.
Ao mesmo tempo, outros 21% afirmaram que pretendem votar branco, nulo ou que não pretendem votar. Somados aos indecisos, são 42% dos entrevistados que, neste momento, não aparecem associados a nenhuma das candidaturas que disputam as duas cadeiras.
É justamente aí que mora uma das principais características da eleição para o Senado em Pernambuco. Apesar de alguns nomes já apresentarem posições mais consolidadas, ainda existe uma parcela enorme do eleitorado que pode alterar a configuração da disputa.
Na pesquisa espontânea, quando os entrevistadores não apresentam os nomes dos candidatos, 73% dos eleitores não souberam dizer em quem pretendem votar para o Senado. Na rodada anterior, eram 78%. O número diminuiu, mas continua mostrando que a maioria dos pernambucanos ainda não transformou sua escolha em uma decisão espontânea e definitiva.
Marília aparece como a candidata numericamente mais bem posicionada, mas a diferença para Humberto Costa é de quatro pontos, dentro de uma margem de erro de três. Mendonça Filho e Eduardo da Fonte, por sua vez, estão separados por apenas dois pontos. Em uma eleição para duas vagas, com tantos eleitores ainda sem decisão consolidada, a movimentação de poucos pontos pode alterar significativamente a fotografia apresentada pelas pesquisas.
Eduardo da Fonte é justamente um dos nomes que merece atenção nesta rodada. O crescimento de 7% para 8% acontece ao mesmo tempo em que Mendonça Filho passa de 11% para 10%. A distância entre os dois, portanto, diminuiu pela metade.
Isso não permite afirmar que Eduardo já tenha ultrapassado Mendonça ou que a mudança esteja consolidada. Mas mostra que a disputa pelo segundo espaço está longe de estar definida. A margem de erro impede conclusões mais definitivas sobre uma diferença tão pequena.
A nova Quaest também reforça que a eleição para o Senado possui uma dinâmica própria dentro do cenário político de Pernambuco. Enquanto a disputa pelo Governo concentra a atenção em uma polarização mais evidente, o Senado apresenta um quadro pulverizado, com diferentes candidaturas dividindo o eleitorado e uma parcela significativa ainda sem escolha.
Marília tem 18%, Humberto 14%, Mendonça 10%, Eduardo 8% e Túlio 4%. Nenhum dos candidatos, portanto, chega sequer à marca de 20% das intenções de voto. Ao mesmo tempo, 21% estão indecisos e outros 21% apontam branco, nulo ou ausência.
É um cenário que mantém a corrida completamente viva.
A eleição está entrando em uma fase decisiva, e a tendência é que o voto para o Senado ganhe cada vez mais espaço nas estratégias das campanhas. Os candidatos precisarão não apenas conquistar o eleitor que já demonstra preferência, mas também disputar aqueles que ainda não escolheram seus dois nomes.
A pesquisa Quaest foi realizada entre os dias 19 e 22 de setembro, com 1.302 eleitores de Pernambuco. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi contratado pela Globo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PE-05671/2026.
O retrato desta quarta-feira é claro: Marília lidera numericamente, Humberto permanece estável, Mendonça perdeu um ponto e Eduardo ganhou um. Mas, acima de tudo, a disputa pelas duas vagas continua aberta. Com 21% de indecisos e uma quantidade ainda maior de eleitores fora das candidaturas, o jogo do Senado pernambucano ainda tem muita estrada pela frente.
E quando estão em disputa duas cadeiras, não basta saber quem está na frente. É preciso descobrir quem conseguirá convencer o eleitor a colocar seu nome entre os dois escolhidos.
ARCOVERDE: ZECA ARRASTA MULTIDÃO EM CAMINHADA NO BAIRRO DO SUCUPIRA EM APOIO A MARCELO E GUSTAVO GOUVEIA
JANJÃO REFORÇA FIDELIDADE AO GRUPO CHAPARRAL E PROMETE UM FOGUETE FOLIA HISTÓRICO EM BOM JARDIM
Com Raquel Lyra e Juliana de Chaparral, mobilização deste sábado deve levar uma verdadeira onda laranja às ruas de Bom Jardim
Bom Jardim vai viver, neste sábado (26), mais um capítulo da movimentação política liderada pelo candidato a deputado estadual Janjão (PSD). O Foguete Folia, tradicional ato de mobilização de sua campanha, promete tomar as ruas do município com a presença da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), da candidata a deputada federal Juliana de Chaparral (União Brasil), do prefeito Arsênio Medeiros (PSD) e de lideranças políticas de diferentes regiões de Pernambuco.
Mais do que uma grande caminhada, o evento também deve servir para deixar evidente uma característica que vem marcando a caminhada política de Janjão: a fidelidade ao grupo do prefeito de Surubim, Chaparral, e a manutenção de uma aliança construída ao longo dos últimos anos.
A presença de Juliana de Chaparral ao lado de Janjão reforça publicamente essa sintonia. Os dois fazem parte de um mesmo campo político e vêm dividindo espaços e mobilizações na campanha, numa demonstração de alinhamento que ultrapassa os limites de Bom Jardim e alcança diferentes municípios do Agreste.
Janjão, que tem ampliado sua presença política em diversas cidades pernambucanas, prepara uma mobilização que pretende ser uma das maiores já realizadas por seu grupo em Bom Jardim. A concentração acontecerá na entrada da cidade, na Curva de Solon, a partir das 17h55. De lá, os apoiadores seguirão pelas ruas em um grande arrastão.
O convite feito por Janjão nas redes sociais aposta na imagem de um “mar laranja” tomando conta de Bom Jardim.
“Vamos realizar o maior Foguete Folia da história de Bom Jardim. Veste a camisa laranja, bota o time na rua e vamos sair numa grande caminhada, vamos invadir as ruas de Bom Jardim, o mar laranja da alegria para que a gente possa celebrar esse momento especial que nossa cidade está vivendo”, afirmou o candidato.
Ao confirmar Raquel Lyra, Juliana de Chaparral e Arsênio Medeiros no evento, Janjão também expõe de maneira clara o desenho político que vem sendo apresentado por seu grupo nesta eleição.
A presença de Juliana ganha peso especial porque reafirma a proximidade entre Janjão e o grupo Chaparral, uma relação política que vem sendo construída com presença conjunta em agendas e articulações pelo estado. Para os aliados, a mobilização deste sábado será mais uma oportunidade de mostrar que essa parceria permanece firme justamente em um momento decisivo da disputa eleitoral.
Em Bom Jardim, a expectativa dos organizadores é de uma grande participação popular. A aposta é repetir a força das mobilizações anteriores de Janjão e transformar o Foguete Folia em uma demonstração pública de organização, presença política e capacidade de mobilização.
Com Raquel Lyra, Juliana de Chaparral e as principais lideranças locais reunidas, o sábado promete colocar Bom Jardim no centro das atenções políticas do Agreste.
A concentração será às 17h55, na Curva de Solon. A ordem é vestir laranja e colocar o time de Janjão na rua.
NA LUPA 🔍| A QUASE EMPATADA ENTRE RAQUEL E JOÃO ESCONDE UMA DISPUTA AINDA MAIOR: O ELEITOR QUE NÃO SE DECIDIU, A ELEIÇÃO PASSOU A NÃO CABER EM UMA PESQUISA
Pesquisa eleitoral tem dessas coisas: às vezes, o número mais importante não está necessariamente no primeiro ou no segundo colocado.
Na nova Quaest, divulgada nesta quarta-feira, Raquel Lyra aparece com 41% e João Campos com 39%. A diferença caiu para apenas dois pontos. É o tipo de resultado que permite comemoração dos dois lados e, ao mesmo tempo, recomenda cautela para quem quiser transformar pesquisa em fotografia definitiva da eleição.
Mas existe um número que talvez mereça mais atenção do que os 41% ou os 39%.
São os 12% que ainda não escolheram candidato.
Faltando dez dias para a eleição, esse contingente permanece praticamente intacto. Não migrou de forma significativa para João, não apareceu de maneira relevante para Raquel e também não provocou alteração expressiva nos percentuais de Ivan Moraes e Renan Hallais.
É como se uma parte do eleitorado ainda estivesse assistindo à disputa da arquibancada.
E isso muda bastante a leitura da reta final.
João cresceu dois pontos. Raquel recuou dois. A diferença, que antes era maior, agora está reduzida. Mas seria precipitado imaginar que todo esse movimento representa uma migração definitiva de votos de um lado para o outro.
Pesquisa registra momento. Não revela o que cada eleitor fará daqui a dez dias.
E talvez seja justamente aí que esteja a grande batalha da campanha.
O ELEITOR QUE AINDA NÃO ENTREGOU O VOTO
A Quaest mostra outro dado interessante: 79% dizem que a escolha já é definitiva, enquanto 20% admitem que ainda podem mudar de voto.
Traduzindo para a linguagem das ruas: uma parte expressiva do eleitorado já fechou questão, mas existe gente que ainda está olhando, comparando, ouvindo e esperando.
Esse eleitor pode estar em qualquer lugar.
Pode ser aquele que ainda não decidiu entre continuidade e mudança. Pode ser quem não se empolgou com nenhum dos dois principais candidatos. Pode ser alguém que só pretende escolher na última semana. Pode ser simplesmente quem ainda não transformou intenção em voto.
E eleição se ganha justamente no detalhe.
JOÃO ENXERGA A PORTA ABERTA
Para João Campos, a pesquisa oferece combustível.
O socialista avançou dois pontos e chegou a 39%, enquanto Raquel caiu para 41%. A diferença numérica ficou pequena e, dentro da margem de erro, configura empate técnico.
O resultado permite que a campanha de João sustente uma narrativa de crescimento e de aproximação.
O peso de Lula, a estratégia de comunicação e a mobilização da militância entram naturalmente no discurso dos aliados do prefeito do Recife.
Mas existe uma questão que ainda precisa ser respondida: quanto desse crescimento é consolidado e quanto ainda depende da movimentação dos eleitores que permanecem indecisos?
Essa resposta não está na pesquisa.
RAQUEL NÃO DESAPARECEU DO MAPA
Também não existe, nos números, qualquer espaço para decretar que a governadora perdeu terreno de maneira definitiva.
Raquel continua numericamente à frente no primeiro turno. Na pesquisa espontânea, quando o eleitor não recebe uma lista de nomes, ela aparece com 32%, contra 25% de João.
Esse dado merece atenção porque mede algo diferente da pesquisa estimulada: a lembrança espontânea do eleitor.
Além disso, a avaliação do governo continua sendo um ativo político importante para a governadora.
Na Quaest, a aprovação da gestão aparece em 61%.
Portanto, a campanha de Raquel também possui argumentos para atravessar os dez dias finais com confiança.
O JOGO AGORA É OUTRO
Até aqui, a eleição foi marcada por pesquisas, alianças, palanques, debates, propaganda e grandes atos.
Agora começa a fase em que cada voto passa a ter um peso ainda maior na narrativa eleitoral.
João precisa transformar aproximação em preferência consolidada.
Raquel precisa preservar sua posição e impedir que a parcela ainda aberta seja atraída pela narrativa de mudança.
E os dois precisam falar com um eleitor que talvez já esteja cansado da guerra política, mas que ainda não decidiu quem receberá seu voto.
É aí que entram os 12%.
Não são necessariamente votos de João.
Não são votos de Raquel.
São votos que, neste momento da pesquisa, ainda não têm dono declarado.
E talvez essa seja a informação mais importante da Quaest.
A eleição está apertada nos números apresentados, mas ainda existe uma parcela relevante do eleitorado que não fechou a conta.
NA LUPA: João ganhou terreno. Raquel continua à frente numericamente. A diferença caiu. A espontânea favorece Raquel. A aprovação do governo continua alta. E 12% seguem sem escolher ninguém.
Portanto, a corrida entrou oficialmente na fase em que cada campanha terá que convencer não apenas quem já está do seu lado, mas principalmente quem ainda está olhando para os dois lados antes de decidir.
Dez dias.
É pouco tempo para quem já decidiu.
Mas pode ser uma eternidade para quem ainda não escolheu.
ZECA ENTREGA NOVO CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL E AMPLIA ESTRUTURA DA EDUCAÇÃO EM ARCOVERDE
UNIDADE NA COHAB II RECEBE INVESTIMENTO DE R$ 4,8 MILHÕES E TERÁ CAPACIDADE PARA ATENDER CERCA DE 250 CRIANÇAS
Arcoverde ganha nesta quinta-feira (24) mais uma obra de peso na área da educação. O prefeito Zeca Cavalcanti inaugura, às 16h, o Centro de Educação Infantil Aída de Andrade Lima Rabello, na Cohab II, uma estrutura que chega para ampliar a oferta de vagas e reforçar o atendimento à primeira infância no município.
Com investimento de R$ 4,8 milhões, o novo equipamento foi projetado para atender aproximadamente 250 crianças, contemplando turmas da Creche I, II e III e da Pré-escola I e II. A entrega representa uma ampliação concreta da estrutura da rede municipal e atende diretamente uma demanda importante das famílias arcoverdenses.
A solenidade de inauguração contará com a presença do prefeito Zeca Cavalcanti e do secretário de Educação de Pernambuco, Gilson Monteiro. A obra é fruto da parceria entre o Governo de Pernambuco, sob a liderança da governadora Raquel Lyra, e a Prefeitura de Arcoverde, fortalecendo uma agenda de investimentos que chega diretamente às comunidades.
O novo Centro de Educação Infantil conta com dez salas de aula, biblioteca, incubadora cultural e espaços multifuncionais, preparados para receber atividades pedagógicas, culturais e comunitárias. A proposta é oferecer não apenas vagas, mas um ambiente adequado para o desenvolvimento das crianças nos primeiros anos da vida escolar.
E tem um detalhe importante: a unidade não chega apenas como obra para ser inaugurada e fotografada. De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, o centro começa a funcionar imediatamente após a entrega. As matrículas das vagas disponibilizadas já foram realizadas.
Na prática, isso significa que o investimento de R$ 4,8 milhões já se transforma em atendimento para as famílias que aguardavam novos espaços na educação infantil.
A entrega também reforça uma marca que vem sendo construída pela gestão Zeca Cavalcanti: buscar investimentos e transformar recursos em obras que possam ser percebidas diretamente pela população. Educação infantil é uma área estratégica, porque envolve não apenas a criança, mas também a rotina dos pais, a organização das famílias e a própria capacidade do município de ampliar o acesso à educação desde os primeiros anos.
O nome do equipamento, Centro de Educação Infantil Aída de Andrade Lima Rabello, foi proposto pela vereadora Célia Galindo e aprovado pela Câmara Municipal.
Com a nova unidade, Arcoverde amplia sua rede de educação infantil e abre espaço para aproximadamente 250 crianças em uma estrutura moderna e preparada para atender as necessidades da primeira infância.
A inauguração desta quinta-feira coloca mais uma obra de grande porte no calendário da gestão Zeca Cavalcanti e mostra, na prática, que a disputa política também passa pela capacidade de entregar aquilo que chega à ponta: mais vagas, mais estrutura e mais oportunidades para as famílias de Arcoverde.