domingo, 8 de novembro de 2026
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PROJETO 2030 FICA PARA DEPOIS: JOÃO CAMPOS REFAZ A ROTA APÓS DERROTA E ALIADOS JÁ FALAM EM NOVA TENTATIVA
Com uma mensagem carregada de simbolismo, o material traz a frase: “Daqui a quatro anos a gente tenta de novo, João”. Uma espécie de recado antecipado de que o grupo não pretende abandonar o projeto político e já começa a olhar para 2030.
O cenário, porém, é bem diferente daquele que João Campos imaginava antes da eleição. Caso chegasse ao Palácio do Campo das Princesas, o socialista poderia utilizar o Governo de Pernambuco como plataforma para construir uma candidatura presidencial em 2030.
O plano estadual era, portanto, uma etapa importante de um projeto político muito maior. Com o resultado das urnas, os planos nacionais precisam ser revistos, e Pernambuco volta a ocupar o centro das estratégias do grupo.
Agora, a conversa é outra: reorganizar as forças, preservar alianças, reconstruir o discurso e preparar uma nova tentativa daqui a quatro anos.
Na política, derrotas eleitorais não significam necessariamente o fim de um projeto. Mas também não garantem que a próxima tentativa terá o mesmo cenário, os mesmos aliados ou as mesmas condições.
A ROTA MUDOU, MAS O PROJETO NÃO PARECE TER SIDO ABANDONADO. Resta saber como João Campos pretende atravessar os próximos quatro anos e, principalmente, se o eleitor pernambucano estará disposto a reabrir essa conversa em 2030.
Blog do Edney — A notícia verdade.
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CLARISSA TÉRCIO APRESENTA PROJETO QUE PROÍBE VISITAS ÍNTIMAS A ADOLESCENTES INTERNADOS EM UNIDADES SOCIOEDUCATIVAS
Atualmente, a legislação permite visitas íntimas a adolescentes internados que sejam casados ou comprovem viver em união estável. A proposta da parlamentar pernambucana pretende revogar essa possibilidade e estabelecer uma proibição expressa, inclusive para adolescentes em internação provisória, independentemente do estado civil.
Na justificativa do projeto, Clarissa Tércio defende que as unidades socioeducativas devem priorizar a responsabilização pelos atos infracionais, a educação e a recuperação dos adolescentes, mantendo o foco na reintegração social.
“Não podemos permitir que unidades destinadas à recuperação de adolescentes sejam tratadas como espaços para encontros íntimos. Quem comete um ato infracional precisa ser responsabilizado, receber acompanhamento e ter oportunidades reais de mudar de vida”, argumentou a deputada.
A parlamentar também aponta preocupações relacionadas à segurança, à privacidade e à proteção dos adolescentes e visitantes dentro de ambientes de privação de liberdade.
O texto, entretanto, deixa claro que a mudança não pretende restringir as visitas familiares, a convivência dos adolescentes com seus filhos ou o acesso à assistência integral à saúde. A proibição seria direcionada exclusivamente às visitas de natureza íntima.
Agora, o projeto precisa tramitar na Câmara dos Deputados e passar pelas etapas de análise legislativa antes de uma eventual aprovação.