domingo, 11 de outubro de 2026
JANJÃO SAI DAS URNAS COM 67.479 VOTOS, FORTALECE LIDERANÇA NO AGRESTE E DEFENDE UNIÃO POLÍTICA POR GRANDES PROJETOS REGIONAIS
GILSON MACHADO CRUZA FRONTEIRAS E ENTRA NA DISPUTA POLÍTICA DO TOCANTINS PARA REFORÇAR CANDIDATURA DE DORINHA
A presença do pernambucano ocorre em um cenário de disputa apertada. Em Palmas, Dorinha registrou 44,42% dos votos válidos, contra 40,37% de Vicentinho Júnior. No resultado estadual informado, ela aparece com 45,70%, totalizando 372.189 votos, enquanto Vicentinho alcançou 43,76%, com 357.148 votos.
Eleito deputado federal com votação expressiva em Pernambuco, Gilson Machado afirma que aceitou o convite para participar da mobilização política no Tocantins e contribuir com o projeto defendido pelo grupo. A agenda também envolve o senador eleito Eduardo Gomes, apontado como uma das lideranças políticas ligadas ao governo Bolsonaro.
“Estou em Palmas para honrar esse convite e fortalecer a nossa missão de trazer a Direita para a gestão de Tocantins, ao lado do senador eleito Eduardo Gomes, que foi líder do governo Bolsonaro”, destacou Gilson Machado.
A participação de Gilson amplia a presença de lideranças de outros estados na campanha tocantinense e reforça a dimensão nacional da articulação em torno de Dorinha. Com trajetória ligada ao governo Bolsonaro e presença eleitoral em Pernambuco, o parlamentar eleito passa a integrar a mobilização em uma disputa que reúne forças políticas de diferentes regiões do país.
A movimentação também evidencia como as alianças nacionais e a identificação ideológica têm ocupado espaço nas campanhas estaduais, especialmente entre grupos que buscam associar candidaturas locais a lideranças de alcance nacional.
Blog do Edney — a notícia verdade.
"ELA QUASE ME ESTUPROU", DIZ VORCARO SOBRE FESTA COM ANITTA
DEPUTADA ESTADUAL MAIS JOVEM DO BRASIL TEM APOIO DE MEDALHÃO DA POLÍTICA E PADRINHO PRESO DUAS VEZES
CORONEL E DUAS TENENTES: QUEM SÃO AS VÍTIMAS DA QUEDA DO AVIÃO DA PM EM MINAS
‘SÓ SE FOR PARA PERDER MESMO’, TERIA DITO JANJA SOBRE A IDEIA DE INCLUIR ANA ELISA NA CAMPANHA DE LULA
FLÁVIO BOLSONARO APONTA "FIM DA ERA LULA NO BRASIL" APÓS PESQUISA
sábado, 10 de outubro de 2026
REFORMA NO GOVERNO RAQUEL LYRA PODE ABRIR ESPAÇO NA ALEPE PARA MARCONI SANTANA, REGINA DA SAÚDE, CLAUDIANO MARTINS FILHO E DORIEL BARROS
Uma eventual mudança no secretariado pode mexer no tabuleiro político de Pernambuco, contemplar partidos aliados e devolver mandatos a nomes que aguardam na suplência.
A expectativa por uma possível reforma no secretariado da governadora Raquel Lyra (PSD) começa a movimentar os bastidores da política pernambucana. Mais do que uma simples mudança administrativa, uma eventual reorganização da equipe pode produzir efeitos diretos na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), abrindo caminho para a chegada de suplentes e fortalecendo a relação do Palácio do Campo das Princesas com os partidos que integram a base governista.
Entre os nomes que acompanham de perto esse cenário estão Marconi Santana, Regina da Saúde, Claudiano Martins Filho e Doriel Barros. Os quatro podem ser beneficiados caso deputados estaduais de suas respectivas legendas sejam convidados para ocupar cargos no primeiro escalão do governo.
No PSD, partido da própria governadora, o ex-prefeito de Flores, Marconi Santana, aparece como um dos interessados em uma possível movimentação. Primeiro suplente da legenda, ele poderá conquistar uma cadeira na Alepe caso um parlamentar do partido seja convocado para integrar o secretariado estadual.
No Podemos, a expectativa recai sobre Regina da Saúde, que também poderá ser beneficiada por uma eventual abertura de vaga. Já no PP, Claudiano Martins Filho surge como nome diretamente interessado em uma possível recomposição da bancada, enquanto, na Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PV e PCdoB, Doriel Barros poderá voltar ao Legislativo estadual se houver a convocação de um deputado da federação para o governo.
O cenário, entretanto, depende das decisões de Raquel Lyra. Até o momento, não há definição oficial sobre quais secretarias poderão passar por mudanças nem sobre eventuais convites a deputados estaduais.
A discussão também carrega um componente político importante. No primeiro mandato, Raquel Lyra adotou uma postura mais restritiva em relação à presença de deputados estaduais no secretariado. Uma eventual mudança de estratégia poderia sinalizar uma nova fase de articulação com os partidos aliados, ampliando a participação das legendas na administração estadual.
Em política, a composição do secretariado vai muito além da escolha de nomes para comandar pastas. Cada indicação pode representar espaço, influência e capacidade de articulação dentro do governo. Ao mesmo tempo, a convocação de um deputado para o Executivo pode alterar o equilíbrio das forças na Alepe e permitir que suplentes assumam mandatos.
Por enquanto, o que existe é expectativa, movimentação nos bastidores e muita atenção às próximas decisões do governo. Se a reforma sair do papel e contemplar parlamentares da base, os efeitos poderão alcançar tanto o secretariado quanto a composição da Assembleia.
Em Pernambuco, portanto, a reforma que ainda está no campo das possibilidades já desperta interesse entre aqueles que aguardam uma oportunidade de chegar ao plenário da Alepe. E, como costuma acontecer nos bastidores do poder, uma mudança de cadeira no governo pode significar uma nova cadeira no Legislativo.