quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

SERTÃO DO SÃO FRANCISCO ENTRA NA ROTA DA ALTA TECNOLOGIA EM OFTALMOLOGIA COM NOVA UNIDADE DA FUNDAÇÃO ALTINO VENTURA

O Sertão do São Francisco viverá, no próximo dia 30 de janeiro, um momento histórico para a saúde pública de Pernambuco. Às 11h, a Fundação Altino Ventura (FAV) lança a Pedra Fundamental da sua nova unidade avançada de oftalmologia em Petrolina, marcando oficialmente o início das obras de um complexo hospitalar que promete transformar o acesso a atendimentos especializados na região. A cerimônia será realizada no próprio terreno onde a unidade será construída, às margens da rodovia PE-647, em uma área estratégica para atender não apenas Petrolina, mas diversos municípios do Sertão.

Com projeto moderno e estrutura de grande porte, a nova unidade da FAV nasce com o status de centro de excelência e será a mais avançada da instituição fora da capital pernambucana. O empreendimento representa um reforço decisivo para a rede do Sistema Único de Saúde (SUS) na 4ª Macrorregião de Saúde, ampliando o acesso a consultas, exames e cirurgias oftalmológicas de alta complexidade, sem que os pacientes precisem se deslocar para o Recife.

A futura Unidade Avançada de Oftalmologia contará com aproximadamente 6 mil metros quadrados de área construída e tem previsão de entrega em 16 meses. Quando em pleno funcionamento, a estrutura terá capacidade para realizar cerca de 16.500 consultas e 150 mil exames por mês, números que evidenciam o impacto direto na redução de filas e no fortalecimento da assistência especializada no Sertão do São Francisco.

O complexo cirúrgico será composto por seis salas totalmente equipadas, preparadas para a realização de até 1.200 cirurgias mensais. Além disso, a unidade contará com dois consultórios exclusivos para atendimentos de urgência, garantindo respostas rápidas a casos que exigem intervenção imediata. A infraestrutura inclui ainda 12 consultórios, um auditório com capacidade para 115 pessoas, lanchonete e estacionamento com mais de 200 vagas para veículos, além de espaço reservado para ônibus, facilitando o acesso de pacientes vindos de outras cidades.

A chegada da Fundação Altino Ventura a Petrolina consolida um novo patamar de atendimento oftalmológico no interior do estado, unindo tecnologia de ponta, formação profissional e atendimento humanizado. Para a população sertaneja, o equipamento representa mais do que uma obra física: simboliza dignidade, cuidado e a descentralização de serviços de saúde de alta complexidade.

Com 40 anos de atuação, a FAV é uma instituição filantrópica reconhecida nacional e internacionalmente, referência em oftalmologia e na reabilitação de pessoas com múltiplas deficiências. Ao longo de sua trajetória, a fundação construiu uma atuação baseada na integração entre ensino, pesquisa e assistência social, tornando-se um pilar essencial para a saúde pública no Norte e Nordeste do Brasil.

O lançamento da Pedra Fundamental em Petrolina reforça o compromisso da Fundação Altino Ventura com a interiorização da saúde especializada e projeta o Sertão do São Francisco como um novo polo de excelência em oftalmologia, abrindo caminho para um futuro com mais acesso, qualidade e cuidado para milhares de pernambucanos.

IMPEACHMENT NÃO GANHA CORPO NA ALEPE E OPOSIÇÃO ADMITE FALTA DE CRIME DE RESPONSABILIDADE CONTRA RAQUEL LYRA

O pedido de impeachment protocolado pelo deputado Romero Albuquerque (União Brasil) contra a governadora Raquel Lyra encontra forte resistência até mesmo dentro da oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e, nos bastidores, é tratado como uma iniciativa com chances mínimas de prosperar. Um importante líder oposicionista, que pediu anonimato, foi direto ao comentar o assunto a este blog: não apoia politicamente a governadora, mas se recusou a assinar o pedido por não enxergar, na denúncia apresentada, a configuração de crime de responsabilidade, requisito indispensável para a abertura de um processo dessa natureza. Para ele, impeachment é um instrumento sério demais para ser utilizado sem provas robustas.

A denúncia apresentada por Romero Albuquerque aponta suposta omissão do Governo do Estado na fiscalização da empresa de transporte intermunicipal Logo Caruaruense, que pertence à família da governadora e que, segundo o parlamentar, teria operado por décadas sem a devida fiscalização. O episódio ganhou novos contornos na semana passada, quando a própria empresa decidiu entregar as linhas que operava no interior do estado, alegando inviabilidade financeira e acúmulo de prejuízos, afirmando não ter mais condições de permanecer no setor sem comprometer a qualidade do serviço prestado à população.

Apesar do barulho político gerado, a avaliação predominante na Alepe é de que a proposta não avança. Especialistas em direito público ouvidos ao longo desta segunda-feira reforçaram que o impeachment de um governador só pode ocorrer mediante comprovação inequívoca de crime de responsabilidade, o que, até o momento, não foi demonstrado. Além disso, o rito político impõe uma barreira praticamente intransponível: o pedido só segue adiante se obtiver, em plenário, o voto favorável de pelo menos 33 deputados. A oposição, mesmo somando todos os seus integrantes, conta hoje com cerca de 19 parlamentares e ainda enfrenta o risco de defecções internas, o que torna matematicamente improvável qualquer avanço.

Diante desse cenário, a líder do Governo na Assembleia, deputada Socorro Pimentel, reagiu com dureza e classificou a iniciativa como uma “cortina de fumaça”. Segundo ela, o objetivo seria desviar o foco de um tema que considera muito mais grave: a polêmica envolvendo a Prefeitura do Recife e a mudança de classificação em um concurso público para procurador municipal, que teria levado um candidato da 63ª posição para o primeiro lugar, em prejuízo de uma pessoa com deficiência.

Na avaliação de Socorro, o momento escolhido para o debate não é aleatório. Ela afirmou que o episódio ocorrido na capital pernambucana, às vésperas do Natal, teria sido tratado como algo que passaria despercebido em meio às festas de fim de ano, o que, segundo a deputada, não aconteceu. Para a líder governista, a estratégia agora seria prolongar a discussão sobre o pedido de impeachment para desgastar politicamente Raquel Lyra, justamente em um período em que, segundo ela, a governadora apresenta crescimento e boa aceitação popular.

Socorro Pimentel também comparou a gravidade dos fatos, questionando se a situação envolvendo a Logo Caruaruense — uma empresa que, como outras do setor intermunicipal, enfrenta dificuldades financeiras e optou por devolver suas linhas para não prejudicar os usuários — seria mais séria do que a alteração na ordem de classificação de um concurso público. Para ela, a resposta é evidente e reforça o caráter político, e não jurídico, da iniciativa apresentada na Alepe.

Com a falta de apoio até entre oposicionistas, a ausência de provas que caracterizem crime de responsabilidade e a impossibilidade numérica de alcançar os votos necessários em plenário, o pedido de impeachment contra Raquel Lyra tende a permanecer como mais um capítulo de embate político, sem força para sair do papel, mas com potencial para alimentar o clima de polarização na Assembleia Legislativa.

COMISSÃO DE FINANÇAS DA ALEPE EMPURRA VOTAÇÃO DE PROJETOS DO GOVERNO PARA MARÇO E ACIRRA DISPUTA COM O PALÁCIO

A Comissão de Finanças da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) decidiu ampliar ainda mais o impasse em torno dos projetos enviados pela governadora Raquel Lyra (PSD) durante a convocação extraordinária da Casa. Após mais de uma semana de atraso para reunir seus integrantes, o colegiado definiu nesta terça-feira que a votação das quatro matérias sob sua responsabilidade só ocorrerá no dia 10 de março, empurrando a liberação dos projetos para apreciação em plenário para mais de um mês depois do início oficial do ano legislativo, que recomeça em 2 de fevereiro.

A decisão foi conduzida pelo presidente da Comissão, deputado Antonio Coelho (União Brasil), e provocou forte reação entre parlamentares da base governista. O calendário estabelecido significa que, mesmo com o retorno das atividades parlamentares em fevereiro, os projetos permanecerão travados na Comissão de Finanças até março, retardando deliberações consideradas estratégicas pelo Executivo estadual.

Durante a reunião, quatro projetos foram formalmente distribuídos. Três deles passaram por sorteio para definição dos relatores, ficando sob responsabilidade de dois deputados da oposição — Cayo Albino (PSB) e o próprio Antonio Coelho — e de um parlamentar governista, Gustavo Gouveia (Solidariedade). O quarto e mais sensível texto, que trata da Lei Orçamentária Anual (LOA), não entrou no sorteio. Antonio Coelho avocou para si a relatoria, decisão que gerou protestos imediatos dos deputados aliados ao governo presentes na sessão.

Com a definição de que a votação na Comissão ocorrerá apenas em 10 de março, o presidente da Alepe, Álvaro Porto (PSDB), só poderá pautar as matérias para o plenário a partir dessa data. Embora a Comissão de Finanças tenha maioria oposicionista e possa rejeitar os projetos, o plenário é soberano e o governo conta com maioria para reverter eventuais derrotas e encerrar a tramitação.

Nos bastidores, o atraso é visto como uma estratégia política da oposição para pressionar o Palácio do Campo das Princesas. O cenário só não se tornou mais crítico para o Executivo porque a governadora Raquel Lyra obteve uma liminar no Tribunal de Justiça de Pernambuco que lhe garante o direito de operar com o orçamento original enquanto o mérito da ação não é julgado. Sem essa decisão judicial, o Estado teria que aguardar até março para iniciar pagamentos em 2026, o que poderia resultar em atrasos salariais e dificuldades para manter compromissos financeiros.

Durante a reunião, Antonio Coelho citou justamente a liminar para justificar o calendário estendido, argumentando que não haveria prejuízos imediatos aos Poderes nem à administração pública. Ainda assim, a decisão aprofundou o clima de tensão entre Legislativo e Executivo, evidenciando que a disputa em torno do orçamento e do ritmo de votação dos projetos continuará sendo um dos principais focos de embate político na Alepe neste início de ano legislativo.

RAQUEL LYRA AGE COM FIRMEZA E DEMITE PRESIDENTE DA EPTI PARA PRESERVAR TRANSPARÊNCIA E INTERESSE PÚBLICO

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, voltou a demonstrar, nesta terça-feira à noite, que sua gestão não abre mão da retidão, da responsabilidade administrativa e do compromisso com a honestidade, independentemente de pressões políticas ou conveniências momentâneas. O Governo do Estado decidiu exonerar, a pedido, o presidente da Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal (EPTI), Antônio Carlos Reinaux. O ato será oficialmente publicado no Diário Oficial desta quarta-feira.

A decisão foi confirmada por fontes palacianas e ocorre em meio a um ambiente de forte exposição pública da EPTI, que passou a ocupar o centro do debate político após denúncias da oposição sobre falhas na fiscalização do transporte intermunicipal por ônibus, especialmente no interior do estado. As críticas ganharam ainda mais repercussão diante das dificuldades financeiras enfrentadas por empresas concessionárias do sistema.

Um dos casos mais emblemáticos foi o da Logo Caruaruense, que acabou encerrando suas atividades recentemente. A empresa, que operava linhas importantes no interior, devolveu as concessões à própria estatal, evidenciando um cenário delicado no setor e levantando questionamentos sobre a eficiência da fiscalização e o acompanhamento da saúde financeira das operadoras.

Ao aceitar o pedido de exoneração do presidente da EPTI, o Governo do Estado sinaliza de forma clara que não compactua com qualquer fragilidade na gestão pública, sobretudo em áreas sensíveis como o transporte coletivo, que impacta diretamente a vida de milhares de pernambucanos. A atitude da governadora reforça a linha adotada desde o início de sua gestão: problemas não são varridos para debaixo do tapete, mas enfrentados com decisões duras quando necessário.

Nos bastidores do Palácio, a leitura é de que Raquel Lyra optou por preservar a credibilidade do governo e das instituições, demonstrando que a responsabilidade administrativa está acima de interesses pessoais ou políticos. A mudança no comando da EPTI também abre espaço para uma reavaliação mais profunda da atuação da estatal, especialmente no que diz respeito à fiscalização das empresas, à sustentabilidade do sistema e à garantia de um serviço digno à população do interior.

A postura adotada pela governadora reforça um discurso que tem sido acompanhado de prática: doa a quem doer, a gestão estadual não se afasta do compromisso com a ética, a transparência e o interesse público. Em um cenário político marcado por desconfiança e disputas, a decisão desta terça-feira envia um recado direto de que, em Pernambuco, a honestidade e a responsabilidade continuam sendo pilares inegociáveis do governo.

GOVERNO DE PERNAMBUCO ANUNCIA MUDANÇA NA EPTI

O Governo de Pernambuco anuncia mudança na Empresa Pernambucana de Transporte Coletivo Intermunicipal (EPTI). O advogado Yuri Coriolano será o novo presidente do órgão em substituição a Antônio Carlos Reinaux. Os atos de nomeação e exoneração, a pedido, estão publicados no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (21).

Coriolano é, desde outubro de 2023, secretário executivo de Coordenação Estratégica da Secretaria da Casa Civil de Pernambuco, sendo bacharel em Direito e pós-graduado em Direito Administrativo pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e em Direito Eleitoral pela Escola Superior de Advocacia da OAB-PE/TRE. Também foi diretor-geral de Assuntos Jurídicos da Secretaria de Saúde de Pernambuco.

DÉBORA ALMEIDA LIDERA MOBILIZAÇÃO E INÍCIO DAS OBRAS DO HOSPITAL REGIONAL DE BELO JARDIM INAUGURA NOVA FASE PARA A SAÚDE NO AGRESTE

Belo Jardim entrou definitivamente para um novo capítulo de sua história nesta segunda-feira (19), com o início das obras do Hospital Regional, um equipamento de saúde aguardado há décadas e que passa a simbolizar um novo ciclo de investimentos, desenvolvimento e dignidade para a população do Agreste pernambucano. A obra, considerada a maior da história da saúde pública do município, só se tornou realidade graças a uma forte articulação política, com destaque para a atuação decisiva da deputada estadual Débora Almeida.

Reconhecida pela defesa constante de investimentos estruturadores no interior do estado, Débora Almeida teve papel central na consolidação do projeto, atuando como ponte entre o município, o Governo do Estado e a bancada federal. Ao lado do deputado federal Mendonça Filho, idealizador da proposta, e do prefeito Gilvandro Estrela, a parlamentar reforçou o compromisso com uma saúde pública mais próxima, resolutiva e humana para a região.

O Hospital Regional de Belo Jardim contará com 100 leitos, sendo 90 destinados ao internamento e 10 à Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A estrutura ampliará de forma significativa a capacidade de atendimento hospitalar, reduzindo a sobrecarga em unidades de outras cidades e evitando que pacientes precisem se deslocar longas distâncias em busca de atendimento especializado. Ao todo, o investimento previsto é de cerca de R$ 56 milhões, com mais de R$ 30 milhões já garantidos.

Durante a cerimônia que marcou o início das obras, realizada no terreno onde o hospital está sendo construído, Débora Almeida destacou o esforço coletivo para tirar o projeto do papel, mas fez questão de ressaltar a importância da persistência política. “Esse hospital representa uma luta que abraçamos com responsabilidade e compromisso. É um investimento que muda realidades, fortalece o Agreste e garante mais dignidade para quem precisa do SUS”, afirmou a deputada, reforçando que seguirá acompanhando de perto cada etapa da obra.

O prefeito Gilvandro Estrela também enfatizou o papel da deputada estadual na conquista do equipamento. Segundo ele, a união de forças foi fundamental para viabilizar a obra. “Débora sempre esteve presente, cobrando, articulando e defendendo Belo Jardim. Esse hospital vai salvar vidas, gerar empregos e transformar a saúde do nosso município”, declarou.

Já o deputado federal Mendonça Filho ressaltou que o início das obras representa o cumprimento de um compromisso assumido com a população. “Esse é um sonho antigo que agora se transforma em realidade concreta. Não é promessa, é obra em andamento”, pontuou.

Além de revolucionar a assistência à saúde, o Hospital Regional de Belo Jardim também terá impacto direto na economia local. A previsão é de cerca de 500 empregos durante a fase de construção e aproximadamente 300 postos de trabalho diretos após a inauguração, movimentando o comércio, fortalecendo a renda e impulsionando o desenvolvimento do município.

Com o protagonismo de Débora Almeida e a união de lideranças políticas, o novo hospital se consolida como um marco não apenas para Belo Jardim, mas para todo o Agreste, sinalizando que investimentos estruturantes no interior seguem avançando e mudando a vida das pessoas.

CONTAGEM REGRESSIVA: EDITAL DE R$ 2,24 MILHÕES FECHA INSCRIÇÕES NESTA SEMANA EM PERNAMBUCO

Com inscrições abertas até 26 de janeiro, o Edital nº 42/2025 – Compet Soluções, do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI-PE) e da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe), vai investir R$ 2,24 milhões em 16 projetos de inovação aplicada.

Com prazo final se aproximando, o Compet Soluções se destaca por oferecer subvenção econômica, ou seja, recursos públicos não reembolsáveis, para o desenvolvimento e implantação de produtos, serviços ou processos inovadores com impacto direto na competitividade territorial do Estado.

“O foco é sair da ideia e chegar à solução aplicada, com impacto real na economia e no território”, destaca a secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação, Mauricélia Montenegro.

Os projetos devem responder a demandas reais em áreas estratégicas como agronegócio, indústria, energia, saneamento, logística, turismo, saúde, educação, cultura e serviços, com impacto comprovado em pelo menos uma Região de Desenvolvimento de Pernambuco, incluindo Sertão, Agreste, Mata Norte, Mata Sul e Região Metropolitana.

Apoio financeiro
O edital prevê duas faixas de financiamento:
• Faixa A: até R$ 200 mil por projeto, em parceria com empresas
• Faixa B: até R$ 80 mil por projeto, em parceria com cooperativas ou associações
Ao todo, serão selecionados 16 projetos, com execução prevista de até 12 meses.

Quem pode participar
Podem submeter propostas micro e pequenas empresas pernambucanas, preferencialmente startups de base tecnológica, em parceria com uma instituição que apresente o desafio a ser solucionado. Cada empresa pode concorrer com apenas uma proposta.

Serviço — Atenção ao prazo
Edital: nº 42/2025 – Compet Soluções
Investimento total: R$ 2,24 milhões
Projetos apoiados: 16
Prazo final de submissão: 26 de janeiro de 2026, até 23h59
Submissão: Sistema AgilFAP
Mais informações: www.facepe.br

BOM JARDIM AVANÇA NO COMBATE À FOME E INAUGURA TERCEIRA COZINHA COMUNITÁRIA COM 900 REFEIÇÕES DIÁRIAS

Bom Jardim deu mais um passo decisivo no fortalecimento das políticas públicas de segurança alimentar ao inaugurar, no domingo, 18 de janeiro de 2026, a terceira Cozinha Comunitária do município. Localizada no distrito de Bizarra, a nova unidade amplia de forma significativa a capacidade de atendimento à população em situação de vulnerabilidade social e consolida a cidade como referência regional em ações de combate à fome.

A nova Cozinha Comunitária Natilde Félix de Moura Silva passa a integrar a rede municipal formada também pelas unidades da Cohab e da Baraúna. Com a entrada em funcionamento do equipamento em Bizarra, o município alcança a marca de 900 refeições ofertadas diariamente, sendo 400 na Cohab, 200 na Baraúna e 300 na nova unidade. As refeições incluem café da manhã e jantar, garantindo não apenas alimento no prato, mas também dignidade, acolhimento e cuidado com quem mais precisa.

A iniciativa é resultado da parceria entre a Prefeitura de Bom Jardim e o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas (SAS-PE), dentro do Programa Bom Prato. A cooperação entre Estado e município tem sido fundamental para ampliar o alcance das políticas sociais e assegurar que a alimentação de qualidade chegue de forma contínua às comunidades mais vulneráveis.

Além do impacto social, a nova cozinha também carrega um forte simbolismo. A unidade homenageia Natilde Félix de Moura Silva, costureira e bordadeira reconhecida em Bizarra pela dedicação à família, pela contribuição à comunidade e pelo espírito solidário que marcou sua trajetória. A escolha do nome reforça o vínculo entre o equipamento público e a história das pessoas que ajudaram a construir o distrito.

As cozinhas comunitárias contam com equipes estruturadas, formadas por coordenação, profissionais de cozinha, serviços gerais e nutrição, garantindo que todo o processo — do preparo à distribuição das refeições — seja realizado com qualidade, responsabilidade e atenção às necessidades nutricionais dos beneficiários.

Durante a solenidade de inauguração, o prefeito Janjão destacou a importância da parceria com o Governo do Estado e reafirmou o compromisso da gestão com o cuidado social. Segundo ele, a ampliação da rede de cozinhas comunitárias representa mais do que números: é a certeza de que a administração municipal está presente no dia a dia das pessoas. “Em parceria com a nossa governadora Raquel Lyra, vamos continuar ampliando ações, fortalecendo a rede de assistência social e cuidando das pessoas todos os dias”, afirmou.

O evento reuniu autoridades estaduais e municipais, entre elas o secretário estadual de Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas, Carlos Braga, o secretário executivo de Combate à Fome, Felipe Medeiros, o vice-prefeito Arsênio da Minério, além de vereadores, secretários municipais e uma expressiva participação da população bonjardinense, que celebrou a chegada de mais um importante equipamento social ao distrito de Bizarra.

Com a inauguração da terceira Cozinha Comunitária, Bom Jardim reforça seu compromisso com a redução das desigualdades, a promoção da cidadania e o enfrentamento à insegurança alimentar, mostrando que políticas públicas bem articuladas têm o poder de transformar realidades e garantir mais dignidade para quem mais precisa.