domingo, 8 de novembro de 2026
JULIANA DE CHAPARRAL AFASTA RUMORES DE RACHADURA COM RAQUEL LYRA E GARANTE ALIANÇA POLÍTICA
sábado, 7 de novembro de 2026
PERNAMBUCO BATE RECORDE HISTÓRICO NAS EXPORTAÇÕES E ALCANÇA US$ 343,5 MILHÕES EM OUTUBRO
GILSON MACHADO LEVA RECADO DOS EUA: DIREITA NÃO DEVE NEGOCIAR PRESIDÊNCIAS DA CÂMARA E DO SENADO, MESMO QUE PERCA
Ex-ministro afirma que orientação recebida durante encontro conservador na Flórida é manter candidaturas próprias e não abrir mão da coerência política.
A disputa pelo comando do Congresso Nacional começa a ganhar novos contornos dentro da direita brasileira. O deputado federal eleito e ex-ministro do Turismo Gilson Machado (Podemos) afirmou que a orientação recebida durante a Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC), realizada no resort Mar-a-Lago, na Flórida, é não negociar as eleições para as presidências da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
Segundo Gilson, a direita deverá manter candidaturas próprias, mesmo que isso represente uma derrota nas disputas internas do Legislativo. A declaração foi feita em vídeo publicado nas redes sociais, após sua participação no encontro conservador nos Estados Unidos.
“A orientação é não fazer acordo, mesmo que a gente perca, não tem problema. Agora, a gente não vai perder é a coerência. E vamos honrar cada voto que a gente recebeu”, afirmou o ex-ministro.
Gilson Machado viajou aos Estados Unidos para participar da conferência e também se reunir com Flávio Bolsonaro (PL). O evento reuniu lideranças conservadoras de diferentes países e terminou neste sábado (7).
A declaração sinaliza uma posição de resistência a possíveis composições políticas em torno das duas principais cadeiras de comando do Congresso. Na prática, o grupo defende preservar sua identidade política e disputar os espaços de poder sem necessariamente aderir a acordos com outras forças partidárias.
A movimentação também coloca em evidência o debate sobre os rumos da direita brasileira e sua estratégia de atuação no próximo período legislativo. Entre a possibilidade de ampliar espaços institucionais por meio de alianças e a decisão de manter candidaturas próprias, o discurso apresentado por Gilson Machado aponta para uma estratégia que prioriza a independência nas negociações.
MISTÉRIO AMBIENTAL EM BEZERROS: MORTANDADE DE MILHARES DE PEIXES TRANSFORMA BARRAGEM EM CENÁRIO DE PREOCUPAÇÃO NO AGRESTE
Além do mau cheiro provocado pela decomposição dos animais, a ocorrência despertou preocupação entre os moradores do entorno, especialmente diante das dúvidas sobre a qualidade da água e os possíveis efeitos para quem mantém alguma relação com o reservatório.
O que aconteceu na barragem ainda precisa ser esclarecido. A dimensão da mortandade, entretanto, coloca em evidência a necessidade de uma investigação técnica capaz de identificar o que provocou a morte dos peixes e se existe algum risco ambiental que ultrapasse os limites do reservatório.
Assim que a situação foi identificada, equipes das secretarias municipais de Agricultura e Desenvolvimento Sustentável e de Saúde estiveram no local. Durante a visita, foram realizadas avaliações preliminares e coletadas amostras da água para análise.
A Prefeitura também iniciou orientações aos moradores, recomendando cuidados para evitar possíveis exposições a riscos enquanto as condições do reservatório são avaliadas.
Entre as explicações que precisam ser consideradas está a redução do oxigênio dissolvido na água, fenômeno que pode ocorrer em períodos de temperaturas elevadas, baixa circulação e alterações na composição do reservatório. A presença excessiva de matéria orgânica, resíduos ou nutrientes também pode desencadear processos capazes de comprometer a vida aquática.
Mas é preciso cautela: nenhuma dessas possibilidades deve ser tratada como causa comprovada antes da conclusão dos exames.
O episódio deixa uma questão importante para as autoridades: não basta identificar os peixes mortos e recolher amostras. É necessário descobrir o que aconteceu, avaliar a extensão do problema e apresentar os resultados à população.
A Barragem do Governo agora está no centro de uma preocupação que envolve meio ambiente, saúde pública e segurança das comunidades rurais. Os moradores precisam de respostas claras, e a investigação não pode terminar apenas com uma avaliação inicial.
Na Lupa: quando milhares de animais aparecem mortos em um reservatório, o alerta não é apenas sobre o que já aconteceu, mas também sobre o que pode estar acontecendo sem que a população saiba. Bezerros precisa conhecer a causa dessa mortandade e quais providências serão adotadas para evitar que o problema se repita.
BLOG DO EDNEY — A notícia, a verdade.
RAQUEL LYRA FAZ LIMPA NA CASA CIVIL, EXONERA 101 E ATINGE GRUPO DOS FERREIRA; JUDITE BOTAFOGO GANHA ESPAÇO NO GOVERNO; A CANETA TRABALHOU NESTE SÁBADO
GOIANA ABRE 36ª EDIÇÃO DOS JOGOS ESCOLARES COM PARTICIPAÇÃO DE 24 ESCOLAS E 2,6 MIL ESTUDANTES
GARANHUNS: GIL PM TEM NOME BEM RECEBIDO, MAS DÉBORA ALMEIDA ESCLARECE QUE NÃO HÁ INDICAÇÃO FORMAL PARA A 5ª CIRETRAN
Depois da repercussão da notícia sobre a possível chegada do ex-vereador Gil PM à chefia da 5ª CIRETRAN, em Garanhuns, o Blog do Edney recebeu um esclarecimento diretamente do gabinete da deputada estadual Débora Almeida.
O contato teve como objetivo apresentar os devidos esclarecimentos sobre a informação que ganhou repercussão em Pernambuco e evitar interpretações antecipadas sobre uma eventual indicação.
Um ponto, porém, merece ser destacado: Gil PM é, sim, um nome bem avaliado. A deputada Débora Almeida reconhece nele um grande quadro, com experiência política, conhecimento da realidade de Garanhuns e trajetória na vida pública. Seu nome foi muito bem recebido e continua sendo uma possibilidade dentro das futuras conversas políticas.
O que precisa ficar claro é que não existe, neste momento, uma indicação formal de Débora Almeida para a chefia da 5ª CIRETRAN. As discussões sobre espaços e composição política do próximo mandato ainda deverão acontecer no momento oportuno, dentro do processo natural de organização da nova gestão estadual.
Isso não significa que Gil PM esteja fora das possibilidades. Pelo contrário: a boa receptividade ao seu nome demonstra que ele pode, sim, estar entre os quadros considerados quando as definições avançarem.
Outro aspecto importante diz respeito ao cenário político regional. Até fevereiro, os espaços e os quadros ligados à representação de Garanhuns na Assembleia Legislativa continuam tendo como referência o deputado Izaías Régis, que permanece no exercício do mandato e mantém sua participação nas articulações políticas da região.
O Blog do Edney procurou esclarecer a informação e ouviu o gabinete da deputada justamente porque nosso compromisso é com a verdade dos fatos. Uma possibilidade não pode ser apresentada como indicação oficial, assim como a ausência de uma indicação neste momento não significa rejeição a um nome.
NA LUPA: Gil PM não está descartado, Débora Almeida não formalizou indicação e as definições para o próximo mandato ainda terão seu momento de discussão. É importante separar reconhecimento político de decisão administrativa. O nome de Gil foi bem recebido, mas a confirmação de qualquer espaço depende das conversas e dos entendimentos que ainda virão.
O Blog do Edney segue trabalhando com responsabilidade, ouvindo os envolvidos e levando ao leitor a informação com transparência. Porque informar também é corrigir o rumo quando novos esclarecimentos chegam.
Blog do Edney — a notícia verdade!
TORNOZELEIRA, DINHEIRO E PROMESSAS À MARGEM DA LEI: POLÍCIA APONTA ESQUEMA DE EXTORSÃO ENVOLVENDO DEPUTADO ESTADUAL ELEITO
Emerson responde ao processo em liberdade, mas não está livre das restrições impostas pela Justiça. Entre as medidas cautelares determinadas estão o uso de tornozeleira eletrônica, inicialmente por 30 dias, o comparecimento mensal em juízo e a proibição de manter contato com vítimas e testemunhas.
Segundo a Polícia Civil, os áudios reunidos durante a investigação indicam que o influenciador cobrava valores de integrantes do tráfico de drogas em troca do silêncio. A suspeita é de que ele utilizava o discurso de suposta influência nos bastidores do Judiciário e do Ministério Público para convencer os investigados de que poderia interferir em decisões envolvendo a transferência de presos para unidades federais fora de Pernambuco.
O problema é que, conforme apurado pelo Grupo de Operações Especiais (GOE), em conjunto com o Ministério Público, essa influência simplesmente não existia. A investigação aponta que Emerson usava a promessa de acesso a autoridades como argumento para obter vantagens financeiras.
Um dos episódios identificados pelos investigadores envolve o pagamento de R$ 20 mil em dinheiro vivo por uma das vítimas. Mas, de acordo com a apuração, a cobrança não terminava ali. Emerson e uma prima, também apontada como participante do esquema, teriam exigido pagamentos mensais de até R$ 2 mil, por tempo indeterminado, para evitar a divulgação de denúncias contra familiares dos envolvidos com o tráfico.
O delegado Jorge Pinto afirmou que existem provas consistentes da prática investigada e destacou que os policiais conseguiram identificar pelo menos três elementos concretos relacionados às cobranças.
A investigação também aponta que, depois de receber os R$ 20 mil, o investigado teria solicitado uma revisão dos termos do acordo, ampliando as exigências financeiras.
O caso coloca sob questionamento a atuação de alguém que conquistou visibilidade nas redes sociais e agora aparece no centro de uma investigação criminal de grande repercussão. A condição de deputado estadual eleito não o coloca acima da lei, assim como a exposição pública não substitui a necessidade de prestar contas à Justiça.
As acusações ainda serão submetidas ao devido processo legal, e Emerson tem direito à ampla defesa e à presunção de inocência. Mas os elementos apresentados pela Polícia Civil são graves e precisam ser esclarecidos até as últimas consequências.
NA LUPA: Quando alguém promete vender influência sobre a Justiça, cobrar pelo silêncio e transformar denúncias em moeda de troca, a sociedade tem o direito de exigir respostas. Mandato não é salvo-conduto, popularidade não é imunidade e ninguém pode estar acima da lei.