quarta-feira, 2 de setembro de 2026

ROBERTO DE ZÉ CHAGAS DEVE ASSUMIR VAGA DEIXADA POR JOSA MOITA NA CÂMARA DE PARANATAMA

Da REDAÇÃO
Blog do Edney

O falecimento do vereador Josa Moita, ocorrido após um grave acidente, deverá provocar uma mudança na composição da Câmara Municipal de Paranatama. Com a abertura da vaga, o nome que surge como provável sucessor é o do primeiro suplente do MDB, Roberto Roldão Guimarães, conhecido popularmente como Roberto de Zé Chagas.

Roberto foi o primeiro suplente da legenda nas eleições municipais de 2024 e, diante da vacância provocada pelo falecimento de Josa Moita, deverá ser convocado para assumir a cadeira no Legislativo Municipal, conforme os procedimentos legais e regimentais da Câmara.

A chegada de Roberto de Zé Chagas acontece em um momento particularmente delicado para a política de Paranatama. A morte de Josa Moita deixou o município consternado e provocou uma onda de manifestações de pesar entre familiares, amigos, colegas de parlamento e a população.

Josa Moita era uma figura conhecida na política local e sua partida abriu não apenas uma vaga no Legislativo, mas também um capítulo de profunda comoção na história política recente do município.

Agora, a Câmara deverá formalizar os procedimentos para a convocação e posse do suplente. A partir da confirmação, Roberto de Zé Chagas passará a integrar oficialmente o Legislativo de Paranatama e terá pela frente a responsabilidade de ocupar a cadeira deixada por Josa Moita.

A política muda, os mandatos seguem, mas a cadeira que agora será ocupada carrega o peso da ausência de um vereador que partiu deixando sua marca na política de Paranatama.

PROCURADORIA ELEITORAL PEDE PROIBIÇÃO DE IMAGEM DE BOLSONARO EM MATERIAL DE CAMPANHA DE CANDIDATO DO PL

A disputa eleitoral ganhou mais um capítulo jurídico em São Paulo. A Procuradoria Regional Eleitoral recomendou à Justiça Eleitoral que proíba o candidato a deputado estadual Lucas Bove (PL-SP) de utilizar a imagem do ex-presidente Jair Bolsonaro em seus materiais de campanha.

Segundo informações divulgadas pela Folha de S.Paulo, o parecer da Procuradoria toma como base uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou restrições à participação de Bolsonaro em manifestações de caráter político-eleitoral realizadas por terceiros.

Na avaliação do Ministério Público Eleitoral, a utilização destacada da imagem do ex-presidente por Bove poderia representar uma forma de manifestação eleitoral indireta, contrariando as restrições estabelecidas pela decisão judicial.

O caso chegou à Justiça Eleitoral por meio de uma ação apresentada pela candidata Duda Hidalgo (PT), que também questionou a instalação de bandeiras em Ribeirão Preto. Nesse segundo ponto, porém, a Procuradoria Regional Eleitoral não identificou irregularidade.

O parecer do Ministério Público ainda não representa uma decisão definitiva. Agora, caberá à Justiça Eleitoral analisar os argumentos apresentados e decidir se determina ou não a retirada da imagem de Bolsonaro dos materiais utilizados na campanha de Lucas Bove.

A recomendação abre mais uma frente de tensão envolvendo o nome de Bolsonaro no processo eleitoral. Mesmo impedido de participar diretamente de determinadas manifestações político-eleitorais, o ex-presidente continua sendo um dos principais símbolos eleitorais do campo conservador, e sua imagem permanece disputada por candidatos que buscam associar suas campanhas à força política do bolsonarismo.

REGINA DA SAÚDE DEFENDE CONSTRUÇÃO DE HOSPITAL PARA FORTALECER SAÚDE EM ARCOVERDE E REGIÃO

Em encontro realizado com apoiadores, em Arcoverde, nesta terça-feira (1º), a candidata a deputada estadual Regina da Saúde (Podemos) defendeu uma série de medidas voltadas ao fortalecimento da rede pública de saúde e à melhoria do atendimento oferecido à população.

Entre as propostas discutidas estão a construção de um novo hospital regional para abranger as necessidades da região e reduzir a sobrecarga no Hospital Regional Ruy de Barros Correia, algo como está sendo projetado em Garanhuns, com a construção do Hospital Mestre Dominguinhos.

“Não podemos falar em melhorar a saúde apenas colocando mais profissionais no hospital regional. Precisamos estruturar a rede. Como pode uma região como a de Arcoverde apenas com um hospital? Vamos lutar para trazer mais uma unidade de saúde para a região”, afirmou.

Durante o encontro, as mulheres relataram as dificuldades encontradas na saúde de Arcoverde. Uma delas, criticou a falta de assistência na cidade até para parto normal, situação vivenciada por várias mulheres que precisam ser transferidas para outras cidades.

Para Regina, Arcoverde possui uma posição estratégica na rede de saúde do Sertão e precisa ter sua estrutura fortalecida para conseguir atender não apenas a população do município, mas também os pacientes dos municípios que dependem da estrutura regional.

Além de uma nova unidade de saúde, Regina também destacou a necessidade de ampliar as equipes médicas e multiprofissionais e a oferta de consultas e exames especializados, com foco em fortalecer a capacidade de atendimento do Hospital Regional Ruy de Barros Correia.

“Arcoverde precisa ser tratada como um polo regional de saúde cada vez mais forte. Quando fortalecemos a saúde de Arcoverde, estamos fortalecendo também o atendimento de milhares de pernambucanos que chegam aqui em busca de cuidado”, concluiu.

O AVIÃO DE JOÃO, A CONTA DO PSB E O PASSADO QUE A CAMPANHA PREFERE NÃO LEMBRAR

Por trás da promessa de vender avião e helicópteros para pagar IPVA das motos existe uma pergunta que João Campos ainda não respondeu: e os milhões gastos com táxi aéreo pelos governos do próprio PSB?

João Campos resolveu colocar o avião no palanque.

Em discurso durante agenda política em Xexéu, na Mata Sul, o candidato do PSB ao Governo de Pernambuco afirmou que poderá vender um avião e dois helicópteros pertencentes ao Estado para ajudar a financiar sua promessa de isenção do IPVA para motocicletas utilizadas por trabalhadores.

A frase é forte. O apelo popular é evidente. Afinal, quem está na ponta, pagando combustível, manutenção, prestação da moto e trabalhando de sol a sol, certamente gostaria de ouvir que o dinheiro economizado pelo Governo será utilizado para aliviar seu bolso.

Mas, quando João Campos fala em vender aeronaves oficiais, surge uma pergunta que não pode ser escondida debaixo do tapete eleitoral:

onde estava essa preocupação com os gastos aéreos quando o PSB governava Pernambuco?

É aí que a história começa a ficar interessante.

Um levantamento baseado em dados do Portal da Transparência apontou que as administrações de Eduardo Campos e Paulo Câmara, ambos do PSB, gastaram cerca de R$ 33 milhões com locação e fretamento de aeronaves durante os períodos analisados. Somente na gestão Paulo Câmara, entre 2015 e 2022, o levantamento aponta aproximadamente R$ 10,69 milhões destinados a esse tipo de despesa.

Agora João Campos aparece no palanque dizendo que pode vender avião para pagar IPVA.

Convenhamos: a régua mudou ou simplesmente mudou o lado de quem está sentado na cadeira?

Porque quando o PSB estava no comando do Palácio do Campo das Princesas, aeronave oficial não parecia ocupar o mesmo espaço no discurso político que ocupa agora.

E aqui não se está dizendo que todo gasto com aeronave é desperdício. Seria irresponsabilidade afirmar isso.

Helicópteros e aviões podem ser fundamentais para segurança pública, operações policiais, transporte de equipes, resgate, atendimento aeromédico, defesa civil e outras atividades de Estado.

A questão é outra.

Se vender aeronaves é apresentado hoje como uma solução inteligente para colocar dinheiro no bolso do trabalhador, por que João Campos não apresenta também uma revisão crítica dos gastos realizados pelos governos do próprio PSB?

Essa é a pergunta que incomoda.

João Campos não é um político recém-chegado à vida pública. É herdeiro de uma das mais tradicionais estruturas políticas de Pernambuco e pertence ao partido que governou o Estado por quase duas décadas, considerando os governos de Eduardo Campos e Paulo Câmara.

Portanto, quando ele fala em “vender os danados” para pagar o IPVA das motos, não está falando de uma máquina pública que surgiu ontem.

Existe uma história administrativa por trás desse discurso.

E nessa história estão justamente os governos do PSB.

A campanha eleitoral, porém, parece ter descoberto uma fórmula conveniente: quando uma aeronave é comprada pela adversária, ela vira símbolo de desperdício. Quando o assunto é lembrar quanto o próprio grupo político gastou com táxi aéreo, o silêncio parece ganhar altitude.

E silêncio, em política, também comunica.

João diz que vai andar de carro, moto, bicicleta, cavalo e até jumento.

Tudo muito popular.

Mas Pernambuco precisa de mais do que frases de efeito. Precisa saber quanto custa a promessa.

Quanto o Estado deixará de arrecadar com a isenção do IPVA das motocicletas?

Quantas motos serão beneficiadas?

Qual será o impacto anual nas contas públicas?

Quanto efetivamente poderá ser arrecadado com a venda das aeronaves?

E, depois da venda, quem fará as operações que atualmente dependem desses equipamentos?

São perguntas simples. Mas fundamentais.

Porque vender patrimônio público para financiar uma despesa permanente ou recorrente exige uma conta muito bem explicada.

Uma aeronave pode ser vendida uma única vez. O benefício do IPVA, se permanente, gera impacto todos os anos.

A matemática eleitoral não pode ser diferente da matemática do governo.

E há outro detalhe que merece atenção: os valores citados por João Campos durante o discurso — R$ 63 milhões pelo avião e R$ 35 milhões por cada helicóptero — precisam ser confrontados com os valores oficiais de aquisição e com o real valor de mercado dos equipamentos. Afinal, patrimônio público não pode ser tratado como se fosse carro usado colocado à venda em classificado.

No fundo, João Campos abriu uma porta.

Ao prometer vender aeronaves para economizar dinheiro público, ele colocou em debate não apenas os aviões da atual gestão, mas todo o modelo de utilização de aeronaves pelos governos de Pernambuco.

E se essa discussão for realmente levada a sério, ela precisa olhar para frente e também para trás.

Precisa olhar para Raquel Lyra.

Mas precisa olhar também para Eduardo Campos e Paulo Câmara.

Porque não dá para querer governar Pernambuco prometendo cortar despesas do adversário enquanto se passa uma borracha seletiva sobre os gastos do próprio partido.

O eleitor pode até gostar da ideia de pagar menos IPVA. O trabalhador pode até aplaudir. Mas também pode perguntar quem pagou a conta do táxi aéreo durante os anos em que o PSB esteve no poder.

E essa pergunta, João Campos, não se responde com avião.

Responde-se com números.

NA LUPA: a campanha colocou o avião no centro do palanque. Agora falta colocar a lupa sobre a conta. E, quando a lupa é colocada sobre o passado, o problema é que ela não escolhe partido.

Ela mostra tudo.

E Pernambuco está olhando.

QUANDO O POLÍTICO TROCA PALANQUE POR CALÇADA E TRANSFORMA CAMPANHA EM ROTEIRO DE ESCUTA POR PERNAMBUCO

Depois do Derby, candidato a deputado federal Maurício Rands, passou por Brasília Teimosa, Marco Zero e Camocim em uma agenda que aposta menos em discursos e mais em conversas com quem vive a realidade das ruas

Mais do que pedir voto, ouvir. Maurício Rands tem levado para diferentes pontos de Pernambuco uma dinâmica de campanha baseada no contato direto com a população, transformando ruas, praças e calçadas em espaços de conversa sobre os problemas e as expectativas de quem vive o cotidiano das cidades.

A movimentação começou ainda nos sinais do Derby e ganhou novos territórios nos últimos dias. Rands já percorreu Brasília Teimosa; foi ao Marco Zero e chegou nesta segunda-feira a Camocim de São Félix, no Agreste. Em cada parada, a orientação tem sido a mesma: abordar, conversar e, principalmente, deixar as pessoas falarem.

“Campanha não pode ser apenas o candidato falando e o eleitor ouvindo. Eu quero inverter um pouco essa lógica. Quero chegar perto, perguntar, ouvir o que as pessoas estão vivendo e entender quais são as prioridades delas. Quem pretende representar Pernambuco em Brasília precisa conhecer Pernambuco também pela voz de quem está nas ruas”, afirma Rands.

A proposta é fazer da circulação pelo Estado uma espécie de roteiro permanente de escuta, aproximando a construção das pautas do mandato das demandas que surgem nas conversas com trabalhadores, comerciantes, jovens, aposentados e moradores das comunidades visitadas. Segurança, emprego, transporte, educação, saúde e custo de vida aparecem entre os temas espontaneamente levantados durante esses encontros.

“É na rua que a gente percebe aquilo que muitas vezes não aparece em relatório nem em reunião. Eu quero fazer uma campanha com os pés no chão e os ouvidos abertos”, acrescenta. Para Rands, a escolha também dialoga com o tipo de mandato que pretende exercer. “Quero que essa proximidade continue no mandato. Representar é também prestar atenção, voltar aos lugares, ouvir de novo e transformar essa escuta em ação política”, conclui

RAQUEL VAI AMPLIAR ENSINO INTEGRAL E PROFISSIONAL E ENTREGAR 15 NOVAS ESCOLAS TÉCNICAS EM PERNAMBUCO


A educação seguirá como uma das prioridades de Raquel Lyra nos próximos quatro anos. Em seu Plano de Governo, a governadora e candidata à reeleição assume o compromisso de ampliar o ensino integral e profissional e concluir e equipar 15 novas Escolas Técnicas Estaduais (ETEs). Na educação infantil, Raquel também prevê entregar todas as creches que estão em construção e garantir os custos de funcionamento das unidades durante o primeiro ano, até que as prefeituras possam assumir as despesas.

As propostas dão continuidade à política de investimentos que vem sendo executada na rede estadual desde 2023. Por meio do programa Juntos pela Educação, a gestão Raquel está fazendo o maior investimento na rede pública de ensino da nossa história, garantindo R$ 5,5 bilhões para a área.

“Já mostramos que é possível fazer uma educação pública que cuida, acolhe e abre caminhos para os nossos estudantes. Agora, nosso compromisso é avançar ainda mais, levando creches para mais municípios, ampliando a educação integral e profissional e garantindo escolas cada vez mais estruturadas. Queremos que cada pernambucano tenha a oportunidade de aprender, se desenvolver e construir o seu próprio futuro”, afirmou Raquel.

A candidata também propõe ampliar a Educação Integral, a Educação Profissional e Tecnológica e os programas de intercâmbio de estudantes, fortalecendo iniciativas como o Ganhe o Mundo. O plano prevê ainda a conclusão das obras de restauração do Liceu de Artes e Ofícios, do Ginásio Pernambucano e da Fábrica Tacaruna, além do início das atividades do Centro de Formação dos Profissionais da Educação (CEFORPE) e da nova ETE de Hotelaria e Gastronomia.

Na infraestrutura, os avanços já são concretos. Desde 2023, 505 escolas foram totalmente climatizadas. A gestão também realizou mais de 13,6 mil nomeações na educação, entre professores, analistas e assistentes. Além disso, pela primeira vez na história, 100% das escolas de Pernambuco contam com psicólogos atuando junto a professores e estudantes. Raquel também garantiu o aumento de 43% no teto de gratificação das funções técnicos-pedagógicas e pagamento histórico de R 3,4 bilhões dos precatórios do FUNDEF.  

Entre as ações já implementadas está o Pix Tênis, que garante recursos para a compra de calçados pelos estudantes da rede estadual. Só em 2026, a iniciativa já contemplou 387 mil estudantes com o benefício de R$ 150.

GRAVATÁ AVANÇA NA HABITAÇÃO COM 104 NOVAS MORADIAS EM PARCERIA ENTRE OS GOVERNOS FEDERAL E ESTADUAL

Gravatá, no Agreste de Pernambuco, está dando mais um passo importante na ampliação da política habitacional do município. As obras do Residencial Riacho do Mel II – Módulo I, empreendimento integrante do programa Minha Casa, Minha Vida, avançam e já alcançaram 25,25% de execução física, de acordo com medição realizada pela engenharia da Caixa Econômica Federal.

O empreendimento foi vistoriado na sexta-feira (28) pela governadora Raquel Lyra, que acompanhou o andamento dos serviços no local. Ao todo, serão construídas 104 unidades habitacionais destinadas a famílias de baixa renda, em uma iniciativa que reúne recursos e esforços dos governos Federal e de Pernambuco.

O investimento total previsto para o residencial é de R$ 14,09 milhões, dentro da modalidade Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) do programa Minha Casa, Minha Vida. Do montante, R$ 5,39 milhões são aportados pelo Governo de Pernambuco para obras de infraestrutura fundamentais para a implantação do empreendimento.

Os recursos estaduais são destinados a serviços como pavimentação, terraplenagem, drenagem, iluminação pública, abastecimento de água e esgotamento sanitário, garantindo que as novas moradias sejam entregues com a infraestrutura necessária para oferecer melhores condições de vida aos futuros moradores.

O projeto atende especialmente famílias em situação de vulnerabilidade social, incluindo pessoas com renda de até dois salários mínimos e beneficiários de programas sociais. Também estão entre os grupos prioritários mães solo e mães com filhos com necessidades específicas, público que enfrenta dificuldades ainda maiores para conquistar uma moradia adequada.

“O Riacho do Mel II contempla famílias de baixa renda que, em muitos casos, vivem de benefícios sociais ou têm renda de até dois salários mínimos. São famílias selecionadas em caráter especial, entre elas mães solo e mães com filhos com necessidades específicas. É um empreendimento realizado em parceria com o Governo Federal, voltado à habitação de interesse social, que contribui para garantir moradia digna e melhores condições de vida para essas pessoas”, destacou o secretário executivo da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Adriano Freitas.

Neste momento, os trabalhos estão concentrados na estruturação dos blocos habitacionais. A previsão é de que o Residencial Riacho do Mel II seja concluído no primeiro semestre de 2027.

A Caixa Econômica Federal atua como agente operador do programa e acompanha a execução do empreendimento, enquanto o Governo de Pernambuco participa como proponente e responsável por uma parcela significativa dos investimentos de infraestrutura. A execução da obra está sob responsabilidade da NORD Engenharia.

A construção das 104 moradias é resultado de um processo iniciado ainda em 2023, quando o empreendimento foi incluído na seleção do Minha Casa, Minha Vida realizada pelo Governo Federal. Pernambuco foi contemplado naquela etapa com milhares de unidades habitacionais, e Gravatá teve assegurada a construção do Residencial Riacho do Mel II – Módulo I.

O contrato para a construção do empreendimento foi assinado em dezembro de 2024, em cerimônia realizada no Palácio do Campo das Princesas, consolidando a participação do Governo de Pernambuco na iniciativa.

Com o avanço das obras, o projeto começa a deixar definitivamente o papel para se transformar em realidade. Para as famílias que serão contempladas, a construção representa a possibilidade de sair de condições precárias de moradia e conquistar um endereço próprio, com mais segurança, dignidade e estrutura.

O Residencial Riacho do Mel II também amplia uma política habitacional que já vem sendo desenvolvida em Gravatá. O município recebeu anteriormente outros empreendimentos, como o Residencial Riacho do Mel III, que conta com 194 apartamentos, além de iniciativas voltadas à regularização fundiária.

Agora, outras 104 famílias passam a ter no horizonte a realização do sonho da casa própria. Com 25,25% da obra já executados e previsão de conclusão para o primeiro semestre de 2027, o Residencial Riacho do Mel II se transforma em uma das principais frentes de habitação de interesse social em andamento no município, unindo investimento federal, participação do Governo de Pernambuco e uma demanda que, para muitas famílias, vai muito além de uma obra: significa finalmente ter um lugar para chamar de lar.

NATANZINHO LIMA LIDERA RANKING DE ARTISTAS QUE MAIS RECEBERAM RECURSOS PÚBLICOS PARA SHOWS NO BRASIL. VEJA o TOP 10

O cantor Natanzinho Lima aparece isolado na liderança do ranking dos artistas que mais receberam recursos públicos para a realização de shows no Brasil nos últimos anos. Segundo levantamento do observatório De Olho nos Ruralistas, divulgado pelo The Intercept Brasil, o artista sergipano acumulou R$ 158,2 milhões em contratos firmados com prefeituras e governos estaduais entre janeiro de 2024 e março de 2026.

O levantamento analisou os contratos públicos destinados à contratação de cantores e bandas e colocou Natanzinho no topo de uma lista que reúne 100 artistas. Juntos, os contratos dos integrantes do ranking ultrapassaram R$ 5 bilhões no período analisado.

Na segunda colocação aparece Henry Freitas, com R$ 125,9 milhões. O terceiro lugar ficou com Wesley Safadão, que acumulou R$ 113,1 milhões em contratos públicos. Em quarto está Tarcísio do Acordeon, com R$ 111,5 milhões, enquanto a dupla Iguinho e Lulinha aparece na quinta posição, com R$ 111,1 milhões.

A sexta colocação é ocupada pela banda Seu Desejo, com R$ 102,8 milhões. Logo depois vem a dupla Maiara e Maraisa, que soma R$ 101,8 milhões. O baiano Léo Santana aparece em oitavo, com R$ 101,6 milhões, seguido pelo cantor Pablo, com R$ 99,4 milhões. Fechando o Top 10 está Xand Avião, com R$ 98,3 milhões.

A lista evidencia a força dos artistas ligados ao forró, arrocha, sertanejo e outros gêneros populares no circuito de festas promovidas por administrações públicas. Natanzinho, Henry Freitas, Tarcísio do Acordeon, Iguinho e Lulinha, Seu Desejo e Xand Avião estão entre os nomes que mais movimentaram recursos públicos no período.

O levantamento também apresenta um recorte político sobre as contratações. Segundo a análise divulgada pelo The Intercept Brasil, 77% das contratações dos 40 artistas mais pagos em 2025 foram realizadas por prefeituras comandadas por partidos classificados no relatório como de direita, com destaque para PSD, União Brasil e PP.

Outro aspecto analisado é a relação entre os grandes eventos e o agronegócio. Quando o recorte considera festas agropecuárias, rodeios, vaquejadas, feiras e eventos relacionados ao setor, a música sertaneja ganha ainda mais protagonismo.

Nesse segmento, Zezé Di Camargo lidera, com R$ 33,56 milhões recebidos em contratos públicos. Na segunda posição aparece novamente a dupla Maiara e Maraisa, com R$ 32,75 milhões, enquanto Ana Castela ocupa o terceiro lugar, com R$ 28,13 milhões.

Também chama atenção o tamanho dos valores movimentados pelos primeiros colocados. De acordo com o levantamento, somente os 40 artistas que mais receberam recursos públicos em 2025 somaram R$ 3,08 bilhões em contratos diretos. O montante é próximo dos R$ 3,41 bilhões captados por meio de renúncia fiscal através da Lei Rouanet em todo o ano de 2025.

É importante destacar que a existência desses contratos não significa, automaticamente, que tenham ocorrido irregularidades. As administrações públicas possuem mecanismos legais para contratar artistas para festas e eventos, observadas as regras previstas na legislação. O levantamento, entretanto, coloca em evidência o tamanho dos recursos públicos destinados ao setor de entretenimento e abre espaço para o debate sobre prioridades, custos e critérios utilizados pelos governos para a realização de grandes shows.

No topo dessa movimentação está Natanzinho Lima, que, com R$ 158,2 milhões, aparece com uma vantagem superior a R$ 32 milhões sobre o segundo colocado. O número mostra a dimensão alcançada pelo cantor no mercado de eventos públicos e coloca seu nome como o principal beneficiário, em valores contratados, entre os artistas analisados pelo levantamento.